13 de abril de 2017

Diário de escrita #14 | Camp NaNoWriMo 2017 - 1ª semana

Mais de uma semana de Camp NaNoWriMo já foi, por isso, está na hora de falar um pouquinho sobre como foi a semana. E, vou confessar, não foi lá essas coisas. Fiquei três dias sem escrever, e nos demais não atingi a meta de palavras. Só finalizei o primeiro capítulo. Ainda assim, foi melhor do que nada, e tenho esperanças de pegar no ritmo nessa segunda semana e recompensar a meta.
Tem um minuto? Responda à pesquisa de público do SI&F!


Resumo:

Média de palavras por dia: 533

Andamento do livro1:

10 de abril de 2017

Resenha | As águas-vivas não sabem de si

Título: As águas-vivas não sabem de si
Autora: Aline Valek
Ano de publicação: 2016
Editora: Fantástica Rocco
Número de páginas: 296
Compre: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: A três mil metros de profundidade, o oceano é um mundo sem luz, cheio das mais curiosas formas de vida e em sua maior parte inexplorado para quem vive na superfície. É nesse ambiente que mergulha Corina, flutuando no escuro como um astronauta no espaço, do jeito que gosta: cercada de água. Mas também perseguida pela sensação de que não deveria estar ali. Está sendo observada? Corina faz parte de uma equipe que pesquisa os arredores de uma zona hidrotermal com o objetivo de testar trajes especiais de mergulho. Cinco pessoas trabalhando isoladas, da superfície e umas das outras, numa estação a trezentos metros de profundidade. Como o abismo diante delas, escuro e insondável, cada uma dessas pessoas tem algo a esconder. Incapaz de afogar uma doença que pode pôr tudo a perder, Corina se vê obrigada a enfrentar seus dilemas e os dos colegas, em uma expedição liderada por um cientista com uma obsessão: encontrar inteligência no fundo do oceano. Uma história sobre mergulhar na solidão e ao mesmo tempo se cercar das vozes que pulsam no oceano. Uma história que convida a suspender o fôlego e a ouvir. Uma história que lança a inquietante dúvida: se as águas-vivas não sabem de si, sobre o que sabem então?

Corina é mergulhadora e sua atual missão consiste em testar trajes especializados para mergulhos a grandes profundidades — mais de 3 mil metros abaixo da superfície. Durante o período da missão, ela reside na estação Auris, localizada a 300 metros de profundidade, junto de Arraia, outro mergulhador, Susana, uma engenheira, e Maurício e Martin, dois cientistas interessados em pesquisar fontes hidrotermais no fundo do oceano.

A trama é bastante focada nos personagens e nos motivos que os levaram a aceitar uma missão em condições tão extremas. Não é um enredo cheio de ação, o que não é de jeito nenhum um defeito; na verdade, eu gosto bastante de histórias mais intimistas. Os mistérios, tanto em relação a essas motivações quanto à pesquisa de Martin (que logo se descobre que não é o que parece), são apresentados aos poucos. A autora soube o momento certo de despertar novas perguntas e fazer revelações, o que fez com que eu não conseguisse largar o livro.

7 de abril de 2017

Livros Nacionais & Independentes | O Velho Mundo: Abrem-se os portões de Erebo

Em O Velho Mundo, livro de fantasia de Kátia Regina Souza, o leitor encontrará personagens para todos os tipos de gosto (afinal, são nove principais), um final surpreendente e uma história menos clichê do que pode parecer. E, embora seja voltado ao público infanto-juvenil, é recomendado para leitores de todas as idades.

Saiba mais sobre o livro:

Título: O Velho Mundo: Abrem-se os portões de Erebo
Autora: Kátia Regina Souza
Ano de publicação: 2015
Editora: Giostri
Número de páginas: 251
Adicione: Skoob
Sinopse: Tudo o que já foi criado corre o risco de ser destruído – essa é a primeira e mais dura lição que os pequenos primos Cantrell aprenderam sobre a vida. Roubadas de suas infâncias confortáveis, as crianças assumem a responsabilidade de defender os treze mundos quando a própria essência do mal escapa das Terras de Erebo: Cruciare, a fonte macabra de nossos piores pesadelos. Ao mesmo tempo, uma profecia ameaça as terras e apenas um elixir pode impedir que o efeito desta seja catastrófico. Em uma jornada de luta, novas amizades e autoconhecimento, Daniel, Olívio, Tiago, André, Clara, Débora, Gabriela, Ágata e Eduardo Cantrell enfrentarão adversidades e, em meio a dores e perdas, descobrirão o verdadeiro significado da palavra família. Afinal, até onde você iria por amor?

O Velho Mundo surgiu a partir de uma história que a autora escreveu em sua infância, querendo manter no mundo real um pouco da magia das histórias infantis.

5 de abril de 2017

Resenha | Horror em Gotas

Título: Horror em Gotas
Autora: Karen Alvares
Ano de publicação: 2013
Editora: Independente
Número de páginas: 112
Compre: Amazon
Sinopse: “Vou lhe contar uma história, mas você tem que prometer não contar a ninguém. Queime esses papéis.”
Horror em Gotas reúne 30 contos de terror, uma gota por dia, um pesadelo por noite, para que você sinta o horror desses personagens na própria pele. Tranque as portas. Apague as luzes. Não olhe para trás. O medo está à espreita e o seu tempo está acabando. Tique. Taque.

Horror em gotas, de Karen Alvares, reúne 30 contos de terror e horror, alguns mais curtos, alguns mais longos, alguns com pegada mais sobrenatural, outros com enredos mais realistas. Como são 30 contos (31 na edição comemorativa; eu tenho a primeira edição), não vou falar sobre todos; em vez disso, farei um apanhado geral.

Já comentei algumas vezes que eu tenho um pé atrás com histórias de terror, porque sempre fico na expectativa de que elas me assustem — e, quando tratam de elementos dos quais não tenho medo, sempre acabo me decepcionando.