22 de fevereiro de 2017

Conto | A ruína no deserto

Título: A ruína no deserto
Data de publicação: 18/02/2017
Gênero: Fantasia
Tipo de história: Conto
Sinopse: Jilliane e Najama estavam aproveitando um raro dia de folga para viajar quando o carro sofre uma pane bem no meio do caminho. O problema não é a falta de gasolina: uma magia intermitente, que vem de uma ruína no deserto, parece interferir com o funcionamento do motor. Najama decide investigar a fonte dessa magia, e por isso arrasta Jilliane até a ruína. Lá, Jilliane descobre mais do que um simples objeto mágico esquecido no deserto.





Leia o conto

O conto está disponível para leitura no Sweek; clique aqui para ler A ruína no deserto.


Em breve também no Wattpad e no Widbook!

A ruína no deserto


O motor do carro protestou na noite — então finalmente morreu.
Najama socou o volante e a buzina alta encobriu seus xingamentos. Daquele jeito, Jilliane nunca ia aprender palavrões em kautroniano.
— A gente tinha o tanque cheio!
— Bom, é uma viagem longa…
— Isso não faz sentido, naule! Já viajei mais longe com um tanque.
— Certeza?
— Total. Várias vezes, não foi coincidência não…
O silêncio desceu sobre elas. A brisa entrava pela janela de Jilliane e saía pela de Najama. A estrada estava vazia, e o resto era só terra — terra atrás, terra à frente, terra dos lados. Zero civilização. Zero postos de gasolina. Pelo menos havia calhado de tanto Etuna quanto Siara estarem cheias, então não tinham ficado na total escuridão quando as lanternas apagaram.

Sobre

O conto A ruína no deserto foi escrito para o concurso do Leia Mulheres em parceria com o Sweek. O tema era descoberta, por isso decidi escrever sobre Jilliane, uma personagem de A Deusa de Cristal. Na época em que se passa o conto, ela é uma jovem adulta que está fazendo faculdade e gosta de estudar magia — especialmente para entender o tipo de poder que possui. Também precisa lidar com a perda dos pais, que aconteceu devido a um acidente quando ela era criança — e com aquilo que eles esperariam dela caso estivessem vivos.

Escrevi esse conto de uma forma um pouco diferente daquilo que costumo. Ele surgiu a partir de uma cena que me veio na cabeça, que comecei a desenvolver sem antes traçar um planejamento. Foi bem desse modo até a metade, quando parei de escrever porque não sabia para onde ir (afinal, eu sou o tipo de escritora que precisa de um mínimo de planejamento se não quiser ter um bloqueio literário).

Assim, defini como seria o clímax e, no dia seguinte, retomei a escrita — que, como eu imaginava, fluiu bem sendo que eu tinha um pequeno planejamento. Finalizei o conto, e no outro dia revisei e postei.

Abaixo, você pode conferir mais um trecho:

#DiáriodeEscrita - 16/02/2017 Dei início à escrita do conto A ruína no deserto, para o concurso do Leia Mulheres no Sweek. Foi um dos raros casos em que comecei a escrever sem um planejamento, tendo apenas uma ideia em mente. No começo, a escrita fluiu (foram 887 palavras), mas depois, lá pela metade do conto, acabei parando porque não sabia para onde a história ia. #DiáriodeEscrita - 17/02/2017 Antes de retomar a escrita, tirei alguns minutos para pensar melhor no enredo e principalmente no desfecho do conto. Sabendo para onde eu ia, a escrita fluiu: foram mais 1095 palavras, e finalizei o conto (que ficou com 1984 palavras no total). #DiáriodeEscrita - 18/02/2017 Revisei A ruína no deserto. Acabei não mudando muita coisa: só uma frase ou outra foi alterada. No final, o conto ficou com 1990 palavras. Na #Escritadodia, um trecho de 17/02: "As duas seguiram em direção ao coração da ruína, saltando e tropeçando em meio às partes desmoronadas — ou apenas Jilliane tropeçou; Najama era atlética e se equilibrou com facilidade sobre pedras e rachaduras. E lá estava, em uma área circular que talvez tivesse sido um pátio, ou quem sabe um salão de baile. Repousava sobre uma mesa de pedra que estava intacta, talvez por ação de alguma magia protetora. Mas não batia com nenhuma descrição que ela tivesse encontrado em bilhetes perdidos nas ruínas de sua casa em Dyaton."
Uma publicação compartilhada por Sonhos, Imaginação & Fantasia (@blogsif) em

Boa leitura!



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