6 de outubro de 2017

Livros Nacionais & Independentes | Armadilha do Tempo

Armadilha do Tempo, de Francisco Scattolin, é uma história de viagem no tempo. Conheça o livro:

Título: Armadilha do Tempo
Autor: Francisco Scattolin
Ano de publicação: 2016
Editora: Independente
Número de páginas: 161
Adicione: Skoob
Compre: Amazon (e-book)
Sinopse: Ao mudar-se para a unidade 91 do Cosmopolitan, o protagonista é envolvido em uma fantástica e improvável viagem no tempo: quando sai à rua, ele volta duas décadas no passado. O apartamento, porém, continua no presente, plenamente funcional. O processo parece condenado a repetir-se indefinidamente. O que você faria caso tivesse acesso aos segredos do passado? Se um evento extraordinário lhe concedesse a oportunidade de vivê-lo novamente? Caso fosse obrigado a alternar entre passado e presente? São dessa natureza os questionamentos do protagonista enquanto tenta escapar da armadilha do tempo. Libertar-se irá demandar investigações, trabalho conjunto, sorte e paixão. Nem todos estarão dispostos a ajudá-lo. Há, no passado, alguém à espreita. À espera da sua chegada.

Sobre o livro


Armadilha do Tempo é o segundo romance do autor. Ele procurou procurou dar à narrativa um tom realista, ainda que a história tratasse de viagem no tempo, um tema fantástico, pois ele acredita que o realismo amplifica a fantasia. Para mais informações, acesse a página de Francisco Scattolin no Facebook.


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7 de setembro de 2017

Especial Semana da Pátria | 7 nacionais de fantasia que estão na minha lista

O SI&F está com ritmo reduzido, mas hoje é 7 de setembro e com a Bienal Internacional do Livro acontecendo no Rio de Janeiro, a data não podia passar em branco. Assim, decidi reunir uma lista com 7 livros nacionais que estão na minha lista de leitura e de desejados.

Ano passado eu já tinha feito algumas recomendações, e claro que elas ainda estão valendo (você pode encontrar ainda mais recomendações na tag Literatura Nacional), mas hoje eu queria focar nos lançamentos mais recentes.


Então aqui vão 7 livros que estão na minha lista de leituras, ou na lista de desejados:

1 | Guanabara Real: A Alcova da Morte



Sinopse: Brasil, 1892. Durante a noite de inauguração da estátua do Corcovado, um horrendo crime toma de assalto a alta sociedade carioca. Para resolver o mistério, a investigadora particular Maria Tereza Floresta, o engenheiro positivista Firmino Boaventura e o dândi místico Remy Rudá terão de se embrenhar numa perigosa trama de poder e corrupção. O que parece mais um caso, aos poucos se revela um plano que põe em risco o futuro de todo país e para impedi-lo, a agência de detetives Guanabara Real terá de usar toda a sua perícia para solucionar os enigmas tecnológicos e os mistérios arcanos da sangrenta Alcova da Morte!
Uma trama de investigação policial. Um enredo de ficção científica. Um crime de horror sobrenatural. Três autores, Três heróis, em um Rio de Janeiro que nunca existiu! (Fonte: Skoob)

Escrito por Enéias Tavares, Nikelen Witter e A. Z. Cordenonsi, o livro mistura investigação policial, ficção científica e terror, e a sinopse ainda promete um elenco de personagens bem interessante. O tipo de mistureba de gêneros que eu adoro. E ainda tem um episódio no podcast Curta Ficção em que os três autores comentam como foi o processo de escrita do livro, que me deu ainda mais vontade de ler e é bem interessante para escritores.

1 de setembro de 2017

Livros Nacionais & Independentes | Shimandur: A cidade da chuva

Shimandur: A cidade da chuva, de Caio Alexandre Bezarias, é uma fantasia inspirada na forma como São Paulo administra seus cursos d’água. Conheça o livro:

Título: Shimandur: A cidade da chuva
Autor: Caio Alexandre Bezarias
Ano de publicação: 2015
Editora: Devir Livraria
Número de páginas: 160
Adicione: Skoob | Goodreads
Sinopse: Uma cidade amaldiçoada pela chuva. Em Shimandur a água, fonte da vida, desperta poderes mágicos escondidos no solo para trazer caos e morte. A cidade que um grupo de adolescentes quer libertar da maldição que esmaga a vida de todos. Shimandur é a maior, mais rica e poderosa cidade do Valesh, o continente meridional do mundo fictício desta narrativa de fantasia urbana. Mas essa metrópole é conhecida e citada menos por seu poder e riqueza, do que ser terrível e fabulosa. Uma cidade repleta de magia e de magos, em um mundo em que a magia tornou-se escassa, temida e admirada. A cidade amaldiçoada. O lugar em que água da chuva, ao tocar o solo carregado de manah — a misteriosa força primordial, “o sangue, a essência do universo” — convoca milenares torres gigantes das profundezas da terra para rasgar as ruas, destruir e esmagar, transforma cadáveres e ossadas de animais em monstros sanguinários. Uma cidade em que um festival de horrores e morte sempre retorna a cada tempestade ou chuvisco. Assim é há mais de cem anos. Alex e seus amigos sobrevivem em Shimandur, não mais suportam suas vidas e sua cidade e querem que tudo seja diferente. Uma noite, em uma taverna decrépita encontram Charles, um estranho músico que diz saber como atingir a Torre Máxima, o centro da Floresta dos Pesadelos Encarnados, de onde, conta-se nas ruas, parte a maldição que castiga a Cidade da Chuva. Uma história de fantasia sobre a busca por viver sem medo e o que acontece a um povo que trata a água e o mundo natural com desrespeito.

29 de agosto de 2017

Conto gratuito | Vermelho

Título: Vermelho
Data de publicação: 30/07/2017
Gênero: Fantasia urbana
Tipo de história: Conto
Sinopse: Três vezes Julia foi à sua lanchonete favorita. Três vezes choveu. E três vezes ela viu a mesma mulher, de casaco preto e guarda-chuva vermelho.




Leia o conto



Vermelho está disponível para leitura no Sweek, e está participando do concurso de microcontos #Menosémais. Em breve estará disponível em outras plataformas também.

Vermelho


Julia desviou o olhar do croissant de chocolate e estudou a rua através do vidro lavado. Tamborilou os dedos na mesa. Será que ele ainda ia demorar muito? Tomou um gole de Coca e olhou para uma mulher que passava, abrigada debaixo de um guarda-chuva vermelho. Tão vermelho quanto a lata de Coca…
O vulto escuro deslizou pela rua molhada, voando na direção de Julia. O baque abafou o grito dela, e também os das outras pessoas. O vidro balançou na moldura.

25 de agosto de 2017

Novo Projeto | Os amantes de histórias

Título: Os amantes de histórias
Data de publicação: 24/07/2017
Gênero: Fantasia
Tipo de história: novela
Sinopse: Há algum tempo, Aurus descobriu uma casa abandonada em um bairro perto do centro de Maratz. Sempre teve curiosidade em decifrar a história de sua dona, Zanesha, mas isso sempre foi deixado para depois em meio ao tanto de problemas com que ele tem de lidar. Até que ele encontrou a chave, que parece ligar a história de Zanesha à de oura casa abandonada. Esta outra casa parece conter as respostas para as questões que tanto o intrigaram, assim como uma história tão interessante quanto, além de guardar alguns objetos mágicos. A combinação perfeita para despertar a curiosidade de Jilliane, sua namorada, que adora segredos e mistérios. No entanto, eles descobrem que há muitas pessoas interessadas no segredo desta casa, e que há um motivo para ela ter permanecido abandonada por praticamente cem anos.

Leia Os amantes de histórias



Os amantes de histórias – Capítulo 1


As garrafas de refrigerante tilintavam dentro da sacola, quebrando o silêncio da rua estreita e vazia. Não importava a maneira como segurava a sacola: Aurus não conseguia fazer com que parassem de tilintar.
Mas não tem importância, disse para si mesmo. Boa parte dos prédios estava salpicada pelos quadrados amarelos que eram as janelas, por isso estava todo mundo em casa. Só restavam apagadas as janelas dos apartamentos que estavam vazios e daqueles que pertenciam a pessoas com negócios noturnos — negócios que não envolviam assaltar logo ele, que tinha gastado suas últimas moedas com duas garrafas de refrigerante.

Sobre


A ideia para Os amantes de histórias surgiu há aproximadamente dois anos. Era, de início, um conto, que foi publicado no Wattpad em uma comemoração do SI&F para o dia dos namorados. Foi também um conto um tanto experimental, pois eu fiz duas coisas que eu raramente fazia: escrever em primeira pessoa e escrever sobre um casal fazendo coisas românticas (porque, embora existam casais nas minhas outras histórias, não há cenas em que esses casais fazem coisas românticas).

23 de agosto de 2017

Aviso: sobre o SI&F no 2º semestre de 2017

Se você é um seguidor assíduo do SI&F, deve ter percebido que o blog ficou parado por algum tempo (e se você é assinante da newsletter, deve ter percebido que a edição de julho não veio). Tanto que nem comemorei o aniversário do SI&F esse ano (tinha se tornado hábito fazer um especial e dar um presente para os leitores).


Foram vários os motivos do abandono. Um deles é que, embora o sistema de organização que eu adotei tenha funcionado para o SI&F, não funcionou para todo o resto. Acontecia que eu ficava boa parte do dia trabalhando nos posts e, no final, não sobrava muito tempo para escrever, e nem muito pique. E, embora o SI&F seja parte da minha profissão, não adianta muito manter o blog atualizado e não escrever nada.

E tiveram alguns problemas pessoais que acabaram me deixando cansada e tomavam grande parte do meu dia. E, conforme eu disse acima, não dá para dar conta de tudo. Nesse semestre, acabei largando a faculdade (que está trancada agora, mas não sei se tenho intenção de voltar ao curso, já que não gostei dele) e, logo depois, o blog.

14 de junho de 2017

O que eu aprendi com o Camp NaNoWriMo em abril de 2017 - Parte 2

Continuando a lista da semana passada, aqui vão mais algumas coisinhas que aprendi sobre o meu processo de escrita durante o mês de abril.


Leia também:

1. Finalmente entendi porque o NaNoWriMo funciona tão bem para o meu processo de escrita

Apesar de ter vencido o NaNo apenas uma vez, sempre achei que o mês de escrita insana funciona muito bem para mim. Eu achava que era porque eu tenho uma produtividade diária mais ou menos semelhante à meta de 1667 palavras por dia, e gostava do exercício de criar o hábito da escrita e vencer a procrastinação que é parte da proposta do NaNo.

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Isso tudo é verdadeiro para mim. Mas o NaNoWriMo também propõe escrever primeiro e editar depois, e eu percebi que é justamente por causa dessa parte (mais que por causa das demais) que o NaNo se encaixa tão bem no meu processo de escrita.

E isso é porque eu não consigo escrever frases boas de primeira. Claro que há exceções, mas muitas vezes me pego escrevendo uma frase de qualquer jeito, só para colocar a ideia no papel e poder seguir com a história, e depois, no dia seguinte (às vezes sem que eu esteja de fato escrevendo) me vem a versão melhorada dessa frase. Às vezes, ela surge na revisão, ou em qualquer outro momento aleatório.

12 de junho de 2017

Resenha | Dois lados, duas vidas

Título: Dois lados, duas vidas
Autora: Karen Alvares
Ano de publicação: 2015
Editora: Independente
Número de páginas: 52
Compre: Amazon
Sinopse: “Eu sabia que você iria voltar.”
Você é capaz de perdoar? E de perdoar a si mesmo?
Vivian e Gabriel se encontram, desencontram e se perseguem por toda uma vida – ou vidas. Os dois provam intensamente o amor, a dor e o ódio. Em Alameda dos Pesadelos você conheceu a história de Vivian. Agora você pode conhecer a de Gabriel.
Nos dois contos de Dois Lados, Duas Vidas Vivian e Gabriel revelam outra parte de suas vidas.
Toda história tem dois lados. Está na hora de conhecê-los.
Dois lados, duas vidas reúne dois contos spin-off de Alameda dos Pesadelos. Sendo assim, é importante ter lido Alamenda dos Pesadelos antes de apreciar os contos, pois eles trazem spoilers dos livros.

Do outro lado narra um dia da vida de Vivian e seu namorado, Joshua, quando os dois decidem aproveitar a praia — isso sob o ponto de vista de Vivian, em primeira pessoa. Assim, o conto foca em alguns pormenores desse dia e nos pensamentos e sentimentos que Vivian tem a respeito, depois de passado o acidente.

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Como Vivian narra esses momentos em retrospectiva, como se os relembrasse depois de passado o acidente, isso adiciona um toque interessante ao conto. Vez ou outra temos ela conversando com Joshua em meio à narrativa, o que transmitiu seu pesar pela morte dele, além de ter adicionado tensão ao conto, envolvendo o leitor ainda que este já soubesse o que estava por vir.

9 de junho de 2017

Publique seu conteúdo no SI&F!

Como eu mencionei no post sobre as mudanças e novidades do SI&F, decidi abrir espaço para contribuições de terceiros — ou seja, guest posts. Assim, se você gosta de escrever textos, mas não quer manter um blog, site ou outro espaço só seu, ou mesmo se você tem um blog, mas gostaria de que seu texto alcançasse mais público, esse espaço é para você. Membros do BLU – Blogueiros Literários Unidos e parceiros do SI&F terão preferência na ordem de publicação.


Antes de enviar sua colaboração, leia este post até o fim.

Como vai funcionar

Deixarei reservada até uma sexta-feira por mês para publicar textos de terceiros. Se você enviar seu texto até o dia 20 de um determinado mês, ele será publicado no mês subsequente. Se você o submeter a partir do dia 21, ele ficará para o outro mês. (Ou seja, se você enviar até dia 20 de junho, ele será publicado em julho; se enviar a partir do dia 21, ficará para agosto.) Caso vários textos sejam enviados, eles serão publicados mensalmente, na ordem de recebimento.

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Que tipo de conteúdo será aceito?

O SI&F é um blog voltado para a escrita e para a literatura de ficção especulativa. Assim, serão aceitos textos informativos ou opinativos sobre esses temas, como também resenhas ou análises de livros, filmes, seriados e quadrinhos que se enquadrem nos gêneros citados acima. Também aceito textos com dicas para blogs e dicas de produtividade para blogueiros ou escritores.

Não aceito textos ficcionais. O blog não é uma plataforma adequada para a apreciação de uma história.

Algumas regras

Também tenho interesse em publicar textos que sejam interessantes e bem escritos. Não vou publicar qualquer coisa que seja enviada. Ou seja:
  • O texto deve ser de sua autoria. Nada de plágio.
  • Textos que contenham preconceitos ou ofensas de qualquer tipo não serão publicados.
  • O texto pode ter um tom informal, mas ser informal é diferente de escrever mal ou sem clareza. Assim, não deixe de reler o seu texto antes de enviar. Eu farei uma revisão ortográfica e gramatical antes de publicá-lo, mas dois pares de olhos revisam melhor que um.
  • Você pode e deve dar a sua opinião. Se o texto for interessante e bem escrito, não deixarei de publicá-lo só porque tenho outro ponto de vista.
  • Resenhas e análises podem conter críticas negativas, mas devem ser respeitosas com o autor da obra e o público desta.
  • No caso de um texto opinativo ou informativo, seja original. Você não precisa desenterrar uma teoria até então completamente desconhecida, mas se for escrever um artigo com dicas de escrita, por exemplo, tente colocar uma coisa ou outra que tenha vindo de sua experiência, além de falar sobre técnicas. Em resumo: tente sair do mais do mesmo.
  • Se o seu texto for resultado de uma pesquisa, não deixe de citar as fontes. Lembrando que plágio não é pesquisa.
  • O texto não precisa ser inédito, mas verifique se você pode republicá-lo antes de enviar para o SI&F.
  • Quando o seu texto for publicado, enviarei o link por e-mail. Ao enviá-lo para mim, você se compromete a divulgá-lo pelo menos uma vez, em ao menos uma rede social. Seguir as redes sociais do SI&F, o meu Medium ou assinar a newsletter seria ótimo também, mas não é obrigatório.
  • Eu divulgarei o seu texto também, de acordo com o plano de divulgação do SI&F (a título de curiosidade, o que eu uso é esse aqui).
  • Esta parceria é pontual. Ao enviar um texto, você não se compromete a se tornar um colaborador periódico do SI&F. Dito isso, você pode enviar outros textos. Mas, para que todos tenham chances, deve esperar até 6 meses para enviar um novo.
  • Qualquer pessoa pode enviar colaborações. Não há nenhuma exigência quanto à sua assiduidade como leitor aqui no SI&F.

Como enviar?

O texto deve ser enviado por e-mail (contosdemisterioblog@gmail.com). Pode estar em anexo, em formato Word, ou você pode me enviar o link dele no Google Docs, se preferir. Não envie o texto em .pdf. Ao final do texto, deixe uma minibiografia sua acompanhada dos links para suas redes sociais, ou seu blog/site, ou um e-mail para contato.

Você pode enviar também uma imagem ou banner para ilustrar o texto. Ela deve ser de domínio público ou de sua autoria, e deve ter no mínimo 720 px de largura. Se você não quiser confeccionar uma imagem ou acha que não tem habilidade ou equipamento para isso, eu providenciarei uma. Mas criar ou encontrar uma imagem adequada leva um certo tempo, dessa forma, você se comprometeria a divulgar o texto nas suas redes sociais uma segunda vez, um mês após a primeira divulgação.

Por questões de organização, só aceitarei textos que sejam enviados pelo e-mail citado acima. Textos enviados por qualquer outro meio serão ignorados.


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7 de junho de 2017

O que eu aprendi com o Camp NaNoWriMo em abril de 2017 - Parte 1

Em abril eu participei do Camp NaNoWriMo, além de ter escrito quatro contos — um deles tão longo que eu poderia considerá-lo uma noveleta. E, embora não tenha sido bem sucecida nesta edição do NaNo, aprendi mais algumas coisas sobre o meu processo de escrita enquanto tentava entregar os contos no prazo e atingir minhas metas diárias com Momento angular.


Momento angular está parado no momento. Como comentei na minha série sobre o NaNoWriMo de 2016, eu tenho que escrever alguns capítulos para sentir a história. Chega uma hora em que, invariavelmente, eu começo a ter ideias melhores para o enredo e, no caso de alguns dos personagens, consigo enxergar melhor quem são. Aí tenho que parar um pouco e repensar todo o outline. É o que estou fazendo com Momento angular, mas ele está em um hiato mais longo do que eu havia planejado.

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Afinal, não me organizei tão bem quanto queria em abril, e, embora eu estivesse com quase tudo pronto para começar a escrita de Momento angular, acabei atrasando meu cronograma e algumas coisas ficaram para depois. Além disso, os quatro contos que mencionei eram para concursos literários — e acabei enrolando demais para começar um deles. Dessa forma, tive que parar completamente a escrita de Momento angular para me dedicar a ele.

6 de junho de 2017

Resenha | Giselle

Título: Giselle
Autora: Thais Rocha
Ano de publicação: 2016
Editora: Independente
Número de páginas: 157
Sinopse: Giselle, indo contra os desejos de sua mãe, sonha em ser primeira bailarina do aclamado corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Clara é filha de bailarinos, e tudo o que queria era ser uma adolescente normal, ao invés de desperdiçar toda sua vida em uma escola de dança. Quando as duas se conhecem, algo muda em ambas. Se tornam melhores amigas, e depois algo mais… até que um terrível acidente vira o mundo de Giselle e Clara cabeça para baixo.
Uma morte inesperada. Uma vida após a morte sombria. Clara conseguirá desfazer o mal entendido, ou será que já é tarde demais?
Releitura moderna do ballet Giselle.

O livro narra a história de duas garotas: Giselle, que sonha em ser bailarina apesar do que sua mãe pensa a respeito, e Clara, filha de dois bailarinos famosos que é obrigada a frequentar a escola de ballet, apesar de não gostar. É em uma segunda-feira, 4 de janeiro, primeiro dia do retorno às aulas, que as duas se conhecem e, apesar das opiniões bastante divergentes sobre o ballet, uma amizade começa a surgir.

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Apesar de o enredo a princípio não ter nenhum elemento fantástico, eu gostei de acompanhar a história de Clara e de Giselle, sua amizade e a forma como as duas lutam por aquilo que realmente querem fazer da vida. Há um pouco de romance, também, mas ele foge bastante dos clichês que costumam aparecer em outros livros do gênero.

2 de junho de 2017

Livros Nacionais & Independentes | Zylgor, de Lu Evans

Zylgor é uma série de livros de fantasia escritos por Lu Evans. Atualmente, conta com três volumes publicados: A Princesa das Águas, o Príncipe Flamejante e A Princesa dos Ventos.

Saiba mais sobre o primeiro volume:


Título: A Princesa das Águas (Zylgor #1)
Autora: Lu Evans
Ano de publicação: 2014
Editora: Independente
Número de páginas: 400
Adicione no Skoob
Compre
Sinopse: Cã é um garoto órfão de 15 anos cuja vida vira de cabeça para baixo quando um espírito de chuva o conduz a um portal mágico pelo qual ele atravessa para um exótico mundo chamado Zylgor. Sua aventura em Zylgor começa quando ele se vê perdido em um bosque azul. Cã tem apenas duas opções: continuar perdido ou seguir três estranhas criaturinhas. Mas seja qual for a escolha, a sua frente se estenderão situações inusitadas e perigos letais, pois logo descobre que terá que participar de uma arriscada jornada se quiser retornar para seu próprio planeta. Ambientada em um mundo muito diferente do nosso, a história aborda o mito do herói, apresentando Cã, o protagonista, como uma projeção da condição humana no que diz respeito a sua complexidade psicológica, social e ética. Ao mesmo tempo, esse personagem transcende a condição do homem comum, pois representa virtudes que todos nós desejamos alcançar.

31 de maio de 2017

5 projetos para você apadrinhar - Parte 1

Recentemente, as campanhas de financiamento coletivo — tanto as pontuais quanto as de financiamento contínuo — têm ganhado popularidade. E, em meio a tudo isso, não é difícil encontrar projetos legais. Por isso, decidi listar aqui alguns dos projetos que eu gostaria de apoiar — e vou começar a apoiar assim que isso for possível. Mas, como eu por enquanto não tenho renda fixa e nenhuma garantia de que poderei dar minha contribuição mensalmente, decidi contribuir da maneira que posso: divulgando.


Para quem não conhece, funciona assim: você escolhe seu projeto favorito e um valor para doar mensalmente. Pela doação você recebe uma recompensa exclusiva — quanto maior o valor, mais recompensas.

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E, com o dinheiro de todos os padrinhos e madrinhas, seu escritor ou blogueiro favorito pode dedicar ao seu projeto todo o tempo que ele merece, e até mesmo expandi-lo, a depender da arrecadação mensal. Assim, além das recompensas exclusivas, você ainda teria mais conteúdo interessante para consumir.

Dessa forma, vamos à lista!

15 de maio de 2017

Conheça a coletânea 'A Arte do Terror'

A Arte do Terror é um projeto independente voltado para a escrita de contos de terror. Já são quatro coletâneas publicadas, sendo que o último volume saiu recentemente — e tem um conto meu! E a melhor parte é que todos os volumes são gratuitos!



A Arte do Terror: Volume 4

O quarto volume traz contos em formato epistolar. Portanto, são cartas dos mais variados tipos, desde recados rabiscados em paredes até e-mails — todas, claro, contando histórias de terror.

Conheça a capa e a sinopse oficial:


A Arte do Terror vem neste volume apresentar um tema peculiar no meio literário do gênero Horror.
Nesta edição, o tema escolhido é Cartas.
Desde uma carta em papel de pão passando por e-mail, escritos em paredes, recados, depoimentos, entre outros meios de comunicações por escrito.
O Volume 4 do projeto que visa divulgar novos e já conhecidos autores no gênero Terror, vem recheado de contos e participantes.
Reunindo mais de 50 autores, estreantes, veteranos e aventureiros, de todos os cantos do Brasil e de fora também, conseguimos um dossiê de Cartas com pouco mais de 100 contos com o melhor do Terror/Horror, Suspense/Mistério.
Esta é a edição que marca uma grande mudança no projeto A Arte do Terror e você pode conferir tudo isso gratuitamente em várias plataformas. Por favor nos deixe saber o que acha do projeto e ajude aos autores avaliando seus contos e conhecendo seus trabalhos.
Bem-vindo(a) à A Arte do Terror — Volume 4.

Tanto este volume quanto os anteriores e as edições especiais podem ser baixadas (nos formatos .pdf, .mobi e .epub) na página arquivos do site do projeto. E, lembrando, de graça!

Como sempre, não deixe de apreciar todos os contos e, se puder, deixar seu feedback, seja para os autores, seja para os organizadores do projeto. Não tem muito tempo? Não tem problema: uma linha dizendo que gostou (ou que não gostou, seja sincero!) já pode ser de grande ajuda para os autores e organizadores. E, claro, se gostar, indique para os amigos e divulge o projeto!

O meu conto

O meu conto se chama Fast Horror. Conta a história de uma escritora que tem uma newsletter de contos de terror e que, quando se muda para um novo apartamento, vive sua própria história de fantasma. Ela a narra em uma das edições da newsletter (a que vocês vão encontrar no conto), na esperança de conseguir ajuda dos leitores.

Fui deitar com uma sensação estranha. Como se o ar estivesse pesado. Como se o ar estivesse prendendo a respiração (meio contraditório, eu sei), à espera de que algo acontecesse. Não associei a nada sobrenatural, e tinha que trabalhar no dia seguinte, então dormi.
Quando acordei, estava escuro ainda.


Conheça outros trabalhos meus publicados, e não deixe de conferir os contos online e para download gratuito.


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12 de maio de 2017

Resenha | Contos do Dragão

Os Contos do Dragão, da editora Draco, fazem parte do maior acervo digital de contos disponíveis de forma avulsa. Alguns fazem parte de coletâneas, outros não. Mas, independentemente disso, são uma ótima forma de conhecer novos autores e, quem sabe, mergulhar em outras obras deles.


A parte boa é que eles são bem baratinhos (veja a lista completa aqui e se divirta), e, agora que a Amazon aceita débito, ninguém mais fica de fora. Mas, além de eles serem bem baratos, há alguns que são (e sempre serão) gratuitos. E são justamente alguns desses que foram resenhados no post de hoje.

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Confira:

Título: O Presente (Espelho #1,5)
Autora: Karen Alvares
Ano de publicação: 2017
Editora: Draco
Número de páginas: 10
Sinopse: Conto de Karen Alvares da série Espelho, de Inverso e Reverso. É o aniversário de sua melhor amiga, e Daniel, pela primeira vez, não consegue escolher um presente. A sugestão de sua mãe (tempos desesperados requerem medidas desesperadas!) é diferente e meio embaraçosa, e agora ele precisa enfrentar o medo, um pai desconfiado e uma irmãzinha linguaruda antes de entregar o presente. Será que Megan vai gostar?

O Presente é um conto bem curtinho, spin-off da Duologia do Espelho (Inverso e Reverso). É contado sob o ponto de vista de Daniel, melhor amigo de Megan, e tem um enredo bem simples: Daniel precisa entregar o presente de aniversário de 15 anos de Megan, e não sabe muito bem como fazer isso.

Apesar da simplicidade, a narrativa é bem leve e divertida, e o conto me agradou bastante. Como o contexto dos personagens e da situação não foi explicado, só recomendo a leitura para quem já leu Inverso e Reverso (o conto, inclusive, se passa na mesma época que Reverso). Mas, para quem já conhece os personagens, é possível reconhecer os trejeitos de cada um mesmo na narrativa curta, e foi interessante ler algo do ponto de vista de Daniel.

5 de maio de 2017

Algumas mudanças e novidades no SI&F

Faz algum tempo que estou repensando as coisas aqui no SI&F e testando métodos de organização. Pois, embora eu tenha muitas ideias para posts, o tempo é limitado e a minha organização não é das melhores (se você acompanha o blog, deve ter percebido que ele esteve em um hiato não planejado nessas últimas semanas).


Mas sou escritora e o blog é parte da minha profissão, por isso eu gostaria de manter a assiduidade aqui. Também quero aumentar um pouco minha presença no Medium (se quiser me seguir, esse é o meu perfil). Já tinha comentado por aqui que criei uma conta lá porque o site tem bastante conteúdo interessante, mas eu percebi que lá também é mais fácil se divulgar, e a plataforma é bastante agradável para ler e acompanhar conteúdo. Isso não significa que vou abandonar o SI&F, mas vou ter que adotar um novo método de organização (e mudar algumas coisas por aqui).

4 de maio de 2017

Diário de escrita #15 | Camp NaNoWriMo 2017 - 2ª, 3ª e 4ª semanas de abril

Tinha prometido no diário anterior que iria postar os demais na data, mas, no fim, isso não aconteceu e acabei enrolando tanto que abril terminou, e agora estou postando sobre três semanas de uma vez.

Depois de mais duas semanas, eu avancei um pouco na escrita de Momento angular — embora não tanto quanto eu esperava. Na última semana, me dediquei à escrita de um conto. Confira os detalhes abaixo:


Leia também:

Resumo


Média de palavras por dia na 2ª semana: 565
Média de palavras por dia na 3ª semana: 697
Média de palavras por dia na 4ª semana: 807

Andamento do livro1:



1Em relação ao total de palavras previstas, que é de 55 mil palavras; minha meta para o mês de abril é escrever 40 mil palavras.

O diário de escrita


08/04/2017: Dei início ao capítulo 2. A escrita fluiu melhor, mas, como comecei tarde, escrevi por pouco tempo e produzi pouco. 530 novas palavras para Momento angular.

13 de abril de 2017

Diário de escrita #14 | Camp NaNoWriMo 2017 - 1ª semana

Mais de uma semana de Camp NaNoWriMo já foi, por isso, está na hora de falar um pouquinho sobre como foi a semana. E, vou confessar, não foi lá essas coisas. Fiquei três dias sem escrever, e nos demais não atingi a meta de palavras. Só finalizei o primeiro capítulo. Ainda assim, foi melhor do que nada, e tenho esperanças de pegar no ritmo nessa segunda semana e recompensar a meta.
Tem um minuto? Responda à pesquisa de público do SI&F!


Resumo:

Média de palavras por dia: 533

Andamento do livro1:

10 de abril de 2017

Resenha | As águas-vivas não sabem de si

Título: As águas-vivas não sabem de si
Autora: Aline Valek
Ano de publicação: 2016
Editora: Fantástica Rocco
Número de páginas: 296
Compre: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: A três mil metros de profundidade, o oceano é um mundo sem luz, cheio das mais curiosas formas de vida e em sua maior parte inexplorado para quem vive na superfície. É nesse ambiente que mergulha Corina, flutuando no escuro como um astronauta no espaço, do jeito que gosta: cercada de água. Mas também perseguida pela sensação de que não deveria estar ali. Está sendo observada? Corina faz parte de uma equipe que pesquisa os arredores de uma zona hidrotermal com o objetivo de testar trajes especiais de mergulho. Cinco pessoas trabalhando isoladas, da superfície e umas das outras, numa estação a trezentos metros de profundidade. Como o abismo diante delas, escuro e insondável, cada uma dessas pessoas tem algo a esconder. Incapaz de afogar uma doença que pode pôr tudo a perder, Corina se vê obrigada a enfrentar seus dilemas e os dos colegas, em uma expedição liderada por um cientista com uma obsessão: encontrar inteligência no fundo do oceano. Uma história sobre mergulhar na solidão e ao mesmo tempo se cercar das vozes que pulsam no oceano. Uma história que convida a suspender o fôlego e a ouvir. Uma história que lança a inquietante dúvida: se as águas-vivas não sabem de si, sobre o que sabem então?

Corina é mergulhadora e sua atual missão consiste em testar trajes especializados para mergulhos a grandes profundidades — mais de 3 mil metros abaixo da superfície. Durante o período da missão, ela reside na estação Auris, localizada a 300 metros de profundidade, junto de Arraia, outro mergulhador, Susana, uma engenheira, e Maurício e Martin, dois cientistas interessados em pesquisar fontes hidrotermais no fundo do oceano.

A trama é bastante focada nos personagens e nos motivos que os levaram a aceitar uma missão em condições tão extremas. Não é um enredo cheio de ação, o que não é de jeito nenhum um defeito; na verdade, eu gosto bastante de histórias mais intimistas. Os mistérios, tanto em relação a essas motivações quanto à pesquisa de Martin (que logo se descobre que não é o que parece), são apresentados aos poucos. A autora soube o momento certo de despertar novas perguntas e fazer revelações, o que fez com que eu não conseguisse largar o livro.

7 de abril de 2017

Livros Nacionais & Independentes | O Velho Mundo: Abrem-se os portões de Erebo

Em O Velho Mundo, livro de fantasia de Kátia Regina Souza, o leitor encontrará personagens para todos os tipos de gosto (afinal, são nove principais), um final surpreendente e uma história menos clichê do que pode parecer. E, embora seja voltado ao público infanto-juvenil, é recomendado para leitores de todas as idades.

Saiba mais sobre o livro:

Título: O Velho Mundo: Abrem-se os portões de Erebo
Autora: Kátia Regina Souza
Ano de publicação: 2015
Editora: Giostri
Número de páginas: 251
Adicione: Skoob
Sinopse: Tudo o que já foi criado corre o risco de ser destruído – essa é a primeira e mais dura lição que os pequenos primos Cantrell aprenderam sobre a vida. Roubadas de suas infâncias confortáveis, as crianças assumem a responsabilidade de defender os treze mundos quando a própria essência do mal escapa das Terras de Erebo: Cruciare, a fonte macabra de nossos piores pesadelos. Ao mesmo tempo, uma profecia ameaça as terras e apenas um elixir pode impedir que o efeito desta seja catastrófico. Em uma jornada de luta, novas amizades e autoconhecimento, Daniel, Olívio, Tiago, André, Clara, Débora, Gabriela, Ágata e Eduardo Cantrell enfrentarão adversidades e, em meio a dores e perdas, descobrirão o verdadeiro significado da palavra família. Afinal, até onde você iria por amor?

O Velho Mundo surgiu a partir de uma história que a autora escreveu em sua infância, querendo manter no mundo real um pouco da magia das histórias infantis.

5 de abril de 2017

Resenha | Horror em Gotas

Título: Horror em Gotas
Autora: Karen Alvares
Ano de publicação: 2013
Editora: Independente
Número de páginas: 112
Compre: Amazon
Sinopse: “Vou lhe contar uma história, mas você tem que prometer não contar a ninguém. Queime esses papéis.”
Horror em Gotas reúne 30 contos de terror, uma gota por dia, um pesadelo por noite, para que você sinta o horror desses personagens na própria pele. Tranque as portas. Apague as luzes. Não olhe para trás. O medo está à espreita e o seu tempo está acabando. Tique. Taque.

Horror em gotas, de Karen Alvares, reúne 30 contos de terror e horror, alguns mais curtos, alguns mais longos, alguns com pegada mais sobrenatural, outros com enredos mais realistas. Como são 30 contos (31 na edição comemorativa; eu tenho a primeira edição), não vou falar sobre todos; em vez disso, farei um apanhado geral.

Já comentei algumas vezes que eu tenho um pé atrás com histórias de terror, porque sempre fico na expectativa de que elas me assustem — e, quando tratam de elementos dos quais não tenho medo, sempre acabo me decepcionando. 

30 de março de 2017

Camp NaNoWriMo 2017 | Novo projeto: Momento angular

Já tinha comentado na minha série sobre o que aprendi com o NaNoWriMo em 2016 que eu ia dar uma pausa em Divindade Artificial. Bem, o Camp NaNoWriMo está batendo na porta, e eu tenho um novo projeto!

Como é mais curto (embora não tão curto quanto eu queria que fosse), pretendo, além de bater minha meta do Camp, finalizar essa história, ou, ao menos, escrever 90% dela.


Momento angular foi planejado a partir de uma ideia que me veio algum tempo atrás. Era só um exercício, na realidade, um acontecimento do passado de um dos personagens que eu precisava esclarecer antes de dar continuidade ao replanejamento de A Deusa de Cristal (a série de livros principal).

Como eu tinha gostado de escrever aquele trecho, entretanto, decidi que a ideia merecia virar um conto. Mas, com outros projetos em mente, deixei para escrever outra hora. Apesar disso, a história ficou me chamando, e várias vezes eu me peguei matutando sobre ela, imaginando situações e vendo o que encaixava melhor. Porque, na realidade, eu tinha os personagens e o lugar, mas não tinha um enredo.

27 de março de 2017

Resenha | Revista Trasgo - Edição 05

Título: Revista Trasgo – Edição #5
Autores: George dos Santos Pacheco, Roberta Spindler, A. Z. Cordenonsi, Claudio Villa, Cesar Cardoso, Priscila Barone, Rodrigo van Kampen (organizador), Zakuro Aoyama (ilustrador)
Ano de publicação: 2014
Editora: Independente
Número de páginas: 100
Sinopse: A Revista Trasgo é uma revista de contos de ficção científica e fantasia em língua portuguesa, disponível online e em e-books. Nesta edição há um conto exclusivo no e-book, de autoria de George dos Santos Pacheco, autor de “O Fantasma do Mare Dei”. Chama-se Os Americanos que Vieram do Céu, um conto ambientado em uma Nova Friburgo na época da segunda guerra, onde os irmãos Tomás e Carlos Antônio se escondem para fugir do alistamento, dando de encontro com amores e uma estranha surpresa que pode mudar o rumo de suas vidas.
Roberta Spindler apresenta um conto dramático. Em O Preço da Cura, um pai desesperado precisa engolir o orgulho e tomar uma decisão da qual pode se arrepender pelo resto de sua vida. A.Z. Cordenonsi cria um belo cenário steampunk em O Prego de Batalha. Poderão os ágeis cacciatori vencer os gigantes dreadnoughts austríacos na batalha dos alpes italianos?
Direto dos mares de Azhir, a Capitã Rosa atraca em um conto de Cláudio Villa. Um Convite para o Jantar traz a protagonista de seu romance “O Vento Norte” em uma de suas aventuras de piratas para a revista. O fim do mundo não é único. É plural, insano, belo, com tantas cores quanto pessoas. É um pouco desses vários fins que o carioca Cesar Cardoso, autor do livro de contos “As Primeiras Pessoas”, costura em Isso É Tudo, Pessoal. Para fechar a edição, Priscila Barone apresenta a vida de Clara, uma menina que vive numa casa flutuante, isolada do mundo não fosse por sua amiga, uma sereia chamada Pérola. Canção Abissal é um conto sobre medo e busca.
A capa é criação exclusiva do artista Zakuro Aoyama. A revista traz também trechos dos romances “A Torre Acima do Véu”, e “Le Chevalier e a Exposição Universal”, além das tradicionais entrevistas com os autores.

Os Americanos que Vieram do Céu (George dos Santos Pacheco)

O conto narra a história de dois irmãos que, na época da Segunda Guerra Mundial, tiveram de deixar sua casa em Niterói a mando do pai, que queria evitar a morte dos filhos na guerra. Assim, eles partem para morar com o tio excêntrico em Friburgo.

Eu não sou exatamente fã de histórias que tratam das criaturas abordadas no conto (não vou estragar a surpresa contando qual é). Entretanto, isso talvez nem fosse problema se outras coisas não tivessem me incomodado. No caso, os personagens, a narrativa e o enredo.

Depois de certo ponto, torna-se óbvio o que vai acontecer. Tanto que até esperei um plot twist, mas ele não veio: o conto terminou exatamente da forma que eu imaginava.

21 de março de 2017

Responda à pesquisa de público do SI&F!

Estou fazendo uma pesquisa de público! Meu intuito é entender melhor quem são as pessoas que acessam o SI&F e do que elas gostam. Também quero saber como está sendo sua experiência com o blog, desde o conteúdo até a navegação. Tudo isso para descobrir onde estou errando e acertando, e melhorar ainda mais a sua experiência por aqui.

Pesquisa de público: o SI&F quer saber quem é você e como é sua experiência

Além disso, tenho alguns projetos em mente, e queria saber qual o retorno do público a fim de planejar qual a melhor forma de colocá-los em prática.

Assim, peço para que você tire alguns minutinhos para responder às perguntas! Se não conseguir visualizar o formulário abaixo, clique aqui.


Vou deixar o formulário aberto até 31 de maio. Prometo ler todas as opiniões e sugestões com carinho!


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18 de março de 2017

Indie Book Day | 7 livros independentes que merecem um lugar na sua estante

Hoje, 18 de março, é comemorado o Indie Book Day. A iniciativa surgiu na Alemanha em 2013 e visa chamar a atenção dos leitores para livros publicados de forma independente, ou por editoras independentes. O intuito é dar visibilidade para autores e editoras que geralmente não têm um potencial tão grande de divulgação.


Muitos leitores têm um pé atrás com os livros independentes, e eu entendo esse receio. Não é segredo para ninguém que há vários livros por aí que são bem amadores, tendo capas ruins, mal revisados e, muitas vezes, com uma escrita que ainda não amadureceu. Mas independente nem sempre é sinônimo de amador, e há aqueles autores que fazem (e muito bem) seu dever de casa.

Então venha conhecer cinco livros de autores independentes, e outros dois publicados por uma editora independente. São livros dos quais gostei bastante, entre todos os independentes que já li, e que certamente merecem um espaço na sua estante — seja ela física ou digital. Como sempre, não me propus a definir uma ordem de preferência.

Livros independentes

1. Estações de Caça (Lauro Kociuba)



Estações de Caça é o segundo na série Alvores, mas o primeiro a contar a história de Haakon, então não é necessário ler A Liga dos Artesãos antes de apreciá-lo. É na verdade uma novela, dividida em quatro partes e ambientada na Inglaterra medieval. Há vikings, muita mitologia nórdica, paredes de escudos e, claro, muito foco em Haakon, personagem cujo crescimento acompanhamos.

Ainda que tenha um deslize aqui e ali, Estações de Caça mostrou que Lauro Kociuba está sempre buscando melhorar como escritor. É uma narrativa de tom mais intimista, centrada mais nos personagens que em grandes batalhas e reviravoltas, mas gosto bastante de leituras nesse estilo e essa novela me agradou bastante.

17 de março de 2017

5 coisas que eu aprendi com o NaNoWriMo em 2016 - Parte 3

Finalmente chegou a última parte da minha série sobre o que eu aprendi com o NaNoWriMo em 2016! Abaixo, você pode conferir mais algumas dicas de escrita e organização. Coisas que eu coloquei em prática em novembro e que descobri que funcionam para mim — quem sabe não funciona para você também?


Leia:

1. Ter um diário de escrita

Aqui falo de um diário no sentido de registrar o que aconteceu enquanto você escrevia. Que horas começou, que horas parou, quantas palavras escreveu, se a escrita fluiu ou não, se você gostou do que escreveu ou não, etc. Para quem está construindo o hábito, pode ser uma ajuda para descobrir quantas palavras em média você consegue escrever, em que momentos do dia você escreve mais e/ou melhor, quais os melhores dias da semana para escrever, entre outras coisas.

Para quem já construiu o hábito, é um registro interessante de manter (eu gosto de rever o que eu escrevi em outra época, por exemplo, e me ajuda a organizar as coisas quando vou publicar o diário no SI&F), e pode até mesmo servir de inspiração. Nada como ver todos os dias preenchidos, não é?

Para a escrita do próximo livro eu pretendo até expandir o diário, anotando coisas (filmes, posts em blogs, outros livros) que me deixam mais inspirada para escrever, mesmo naqueles dias em que lidar com o cursor piscando é difícil. Eu costumo registrar o meu diário no Evernote (criei um caderno só para os diários de escrita), e sugiro que quem quiser começar o faça em algum aplicativo que possa ser acessado de vários dispositivos.

15 de março de 2017

Conto gratuito | Minha ideia é boa demais para não vir ao mundo

O conto Minha ideia é boa demais para não vir ao mundo foi escrito para o especial das mulheres do SI&F e primeiro distribuído entre os assinantes da newsletter. Agora também está disponível online no Wattpad e na Amazon, para quem prefere comprar. Se você não gosta de ler na Amazon e nem online, não se preocupe: o conto está disponível para download nos formatos .mobi e .epub; em troca você só precisa fazer um compartilhamento em sua rede social favorita!

Capa do conto Minha ideia é boa demais para não vir ao mundo

Sinopse: Ramaddeshia tem uma ideia brilhante: a máquina de transição interdimensional, que permitiria que mesmo aqueles que não podem usar magia transitassem entre as diversas dimensões, sem depender da boa vontade de um mago. Para isso, ela precisa da ajuda de Laurentis, um mago que fez grandes descobertas no campo da transição interdimensional e abertura de portais. No entanto, Laurentis não está tão disposto a cooperar com o projeto que, na visão de Ramaddeshia, pode mudar o mundo.

13 de março de 2017

As mulheres de Divindade Artificial

Nada como encerrar a série de homenagens às mulheres do SI&F falando sobre aquelas que passam boa parte do tempo comigo (ao menos, na minha cabeça e na tela do computador): as personagens femininas de Divindade Artificial.

As mulheres de Divindade Artificial: Illana, Madeline, Njara e Ramaddeshia

Leia também:

O livro tem várias personagens femininas, entre protagonistas e secundárias, e abaixo você pode conhecer um pouco de algumas delas. Os desenhos foram todos feitos por mim, e, embora não tenham ficado exatamente do jeito que eu esperava, mostram as personagens mais ou menos como eu as imagin

Ramaddeshia

Ramaddeshia é a protagonista. É filha do rei de Matrixion e possível herdeira do trono, mas seu coração está na área da tecnologia. Ela ama tecnologia (especialmente computadores), e sua meta de vida é melhorá-la cada vez mais, pois acredita que assim a vida das pessoas ficaria cada vez melhor. Mas ela também acredita que os fins justificam os meios, então é capaz de abrir mão de certos valores sobre certo ou errado para alcançar seus objetivos.