1 de abril de 2016

Novo Projeto: A Cidade do Futuro

Alguns de vocês talvez se lembrem de que tentei participar de várias edições do NaNoWriMo, como a de novembro de 2014 e a de julho de 2015. Também tentei a de novembro do ano passado, mas aquele foi um mês tão conturbado que sequer tive tempo de postar sobre o projeto em que tentei trabalhar.

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Mas abril chegou e, com ele, mais uma edição do Camp NaNoWriMo, e aqui estou eu, fazendo mais uma tentativa. Quem sabe dessa vez vai?


Bem, finalizei o planejamento antes do início do mês (algo que não aconteceu nas outras edições), então minhas chances são um pouco maiores. Além disso, minha meta dessa vez não é finalizar um livro, mas escrever suas primeiras 50 mil palavras. Meu erro nas edições anteriores foi exatamente este: acreditar que minhas tramas cheias de subtramas e com 477 personagens podem ser desenvolvidas satisfatoriamente em 50 mil palavras e escritas em um mês.

Além disso, manterei algumas técnicas que testei em outros desafios e deram certo, como a Pomodoro (até baixei um aplicativo que vou testar desta vez. Novembro passado, ainda, descobri que meu planejamento (que é feito capítulo a capítulo e, dentro destes, cena a cena) me permite prever de maneira aproximada a quantidade de palavras que cada parte demandará. Desse modo, sei que A Cidade do Futuro terá aproximadamente 72 mil palavras. Espero portanto escrever as primeiras 50 mil palavras durante todo o mês de abril e as outras 22 mil durante as primeiras duas semanas de maio.

E, falando em A Cidade do Futuro, vamos ao livro em si. Abaixo vocês podem conferir a capa e a sinopse (que é péssima, e obviamente provisória, mas não consegui pensar em nada melhor, especialmente por não ter nada além de um planejamento):

Capa provisória. Imagem.

Sinopse


Certa manhã, Rashyra acorda com o peso de uma ameaça: uma visão que lhe mostra um futuro de destruição e regressão tecnológica. Como princesa de Ratsu e herdeira do trono, sente que precisa evitar a tragédia e contribuir com o progresso de seu reino. Entretanto, seu pai, rei de Ratsu, teme a magia e a tecnologia. Tampouco pode esperar a ajuda de Matrixion, o reino aliado: Jayelena, sua rainha, é insana.
Por isso Rashyra recorre à Rainha Azul, uma figura misteriosa, cuja fama foi construída ao redor de seus crimes e seus amplos poderes mágicos. E, de acordo com a Rainha Azul, a resposta para a ameaça que paira sobre Ratsu está em Namatrix, também conhecida como A Cidade do Futuro. Localizada em uma ilha, foi dominada há vinte anos por Veraff e é cobaia dos experimentos tecnológicos de seu rei. E também muito cobiçada por outros governantes, como a louca Jayelena.

A Cidade do Futuro era para ser um conto, pensado para um dos temas do desafio #Escreva2016. No fim, deixei tudo para última hora (como sempre), por isso não consegui finalizar o conto a tempo. Também não gostava muito de como a trama se desenvolvia e, por isso, resolvi pensar um pouco melhor a respeito, pretendendo produzir uma novela. No fim, novas ideias surgiram, assim como novas subtramas e personagens, e agora tenho um romance de 72 mil palavras esperando para ser escrito.

Ela é ambientada em Myhorr, o mesmo universo de As Joias do Caos, de A Vingança é uma Arte (cujo título foi alterado para Prelúdio para o Novo Milênio e que será retomado assim que eu finalizar a escrita de A Cidade do Futuro) e de vários contos que tenho publicado ultimamente. Não tem relação direta com os personagens e a trama de As Joias do Caos, mas muitas de minhas histórias estão ao menos levemente entrelaçadas — e em breve comentarei sobre isso em maiores detalhes.

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Os acontecimentos de A Cidade do Futuro têm lugar cerca de 100 anos antes do início de As Joias do Caos e se passam principalmente em Matrixion, Ratsu e Namatrix (esta localizada em uma ilha e também conhecida como a Cidade do Futuro), dois reinos e uma cidade muito pouco explorados no primeiro volume de O Segredo de Todos os Mundos. Nessa época Myhorr se assemelhava, de modo geral, ao nosso mundo como ele era no final do século XIX.

A história será contada sob o ponto de vista de quatro personagens principais: Rashyra, filha do rei de Ratsu e herdeira do trono, Ranyra, assassina profissional e filha ilegítima da rainha de Matrixion, Ramanid, esta filha legítima da rainha e herdeira do trono em Matrixion, e Armanda, uma criminosa que possui fascinação por máquinas e tecnologia.

São duas as principais tramas que pretendo desenvolver no livro: o desejo de Rashyra de trazer o progresso ao seu país e a busca de respostas para isso em Namatrix e a disputa pelo domínio da ilha entre Jayelena, a rainha de Matrixion, e Otrion, o quinto filho do rei de Veraff (reino que será mencionado apenas brevemente aqui). Por isso, falarei muito sobre tecnologia e, especialmente, como se relaciona à magia, especialmente pelo fato de os reinos citados estarem passando por uma mudança na forma de ver ou fazer as coisas.

Como é de costume, publicarei ao longo do mês os diários de escrita, em que falarei do meu progresso e discutirei de maneira mais aprofundada sobre os personagens, o worldbuilding, o sistema de magia e outros detalhes.

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