12 de março de 2016

Desafio Eu e as #MulheresdaLiteratura | Parte 1

Postei na página do blog no Facebook minhas recomendações para os temas 1 e 2 do desafio Eu e as #MulheresdaLiteratura, que está sendo promovido pelo blog Queria Estar Lendo. Porém, devido à faculdade e aos concursos literários com prazo vencendo (alguns contos deixei para postar/enviar no último dia, rs), acabei não tendo tempo para postar os demais, então resolvi reunir os sete primeiros em um post.

Confira também:

Por isso, seguem as sete primeiras recomendações de livros escritos e/ou protagonizados por mulheres:

Dia #1: O primeiro livro escrito por uma mulher que você leu



Harry Potter e a Pedra Filosofal foi não só o primeiro livro escrito por uma mulher que li, como também meu primeiro livro. Foi o responsável por despertar minha vontade de contar minhas próprias histórias. Além disso, a primeira resenha do SI&F (a primeira que escrevi) foi desse livro (confiram aqui).

Dia #2: O seu livro preferido escrito por uma mulher


Terei de mencionar J. K. Rowling aqui de novo, pois Harry Potter e as Relíquias da Morte é meu livro favorito (talvez depois de A Crônica do Matador do Rei e de Nobres Vigaristas, mas estes não foram escritos por mulheres, certo?).


E não é meu favorito só pelo enredo, mas também por minha história com ele. Uma história que aconteceu em 2007 (são quase dez anos!), nos poucos meses que faltavam para dezembro chegar, quando eu estava na escola e não se falava em outra coisa que não no lançamento do último volume de Harry Potter. Lembro de pessoas reclamando que tinha acabado a tinta da impressora e não conseguiram imprimir o livro todo (porque estavam ansiosos demais para esperar o lançamento). Lembro que certo dia uma amiga minha chegou com o livro, já nos últimos dias de aula, e uma menina começou a gritar loucamente. Lembro do dia em que fui à livraria com minha mãe e compramos, na pré-venda, um tipo de vale para pegar o livro no dia do lançamento. Decidi esperar até o Natal para ganhar (queria ter uma coisa para desembrulhar), mas não aguentei. Faltando uns dias, pedi o livro e logo iniciei a leitura. Foram sete dias de leitura (é, nunca esqueci do tempo que levei para ler, o que, pensando bem, soou muito adequado), em que praticamente não fazia outra coisa (só parava de ler para comer, dormir, tomar banho e deixar minha mãe ler, porque ela também era fã). E finalmente terminei o livro, com vários sentimentos dividindo espaço dentro de mim, desde a sensação de dever cumprido por ter terminado a série, passando pela tristeza devido às mortes de personagens queridos até à leve sensação de vazio por Harry Potter ter finalmente acabado.

Então, tendo essa história toda para contar (nem acredito que já se passaram dez anos), não podia deixar de mencionar esse livro aqui, mesmo que isso signifique repetir o nome de J. K. Rowling em mais de um desafio.

Leia aqui a pequena homenagem que fiz a Harry Potter há alguns anos. Infelizmente não resenhei os outros livros da série, mas estou considerando reler (mais uma vez), então quem sabe um dia?

Dia #3: O seu livro preferido protagonizado por uma mulher



Na verdade, o livro foi escrito por um homem, mas isso não torna Auri menos digna! A Música do Silêncio é um livro que divide opiniões, e eu fiquei do lado dos que amaram! Para saber mais, fiquem com a resenha.

Dia #4: Sua autora preferida


OK, estou citando J. K. Rowling aqui de novo. Mas não seria sincera se não o fizesse. Comentei tantas vezes no blog ou em discussões nos grupos do Facebook, mas explicarei o motivo aqui também: foi Harry Potter que me motivou a colocar no papel minhas próprias histórias (em uma das orelhas de um dos livros, não lembro direito qual, estava escrito que J. K. tinha escrito seu primeiro livro aos 6 anos; bem, se ela podia, eu também posso, foi o que eu pensei). Então Rowling tem meu eterno agradecimento por ter despertado em mim o desejo de realizar uma tarefa que é tão prazerosa (talvez só perca para comer chocolate, mas na verdade nem sei se são prazeres comparáveis).

Dia #5: Um livro com uma amizade forte entre duas mulheres



Em Coroa da Meia-Noite, a amizade entre Celaena e Nehemia é um dos focos do livro, e esse foi um dos aspectos de que mais gostei, afinal, para quem não gosta de romance, é sempre bom ver um livro em que nem todos os personagens são pares românticos uns dos outros.

Dia #6: Um livro com uma heroína que salva a si mesma



Aqui vou escolher mais uma vez um livro escrito por um homem, pois não lembro de nenhum escrito por uma mulher que se enquadre (aceito recomendações!): O Império Final, com sua protagonista Vin. Como comentei na resenha, gostei muito do modo como o crescimento dela como personagem foi retratado e, embora Kelsier tenha tido seu papel ao tirá-la das condições em que estava, foi a própria Vin quem mais contribuiu para seu salvamento ao se interessar em aprender a Alomancia e ao aceitar contribuir com os planos da gangue. Além disso, ela teve um grande papel no final do livro (mas apenas deixarei a recomendação para que vocês o leiam).


Dia #7: Um livro com uma heroína que não tem medo de armas e lutas



Estou me repetindo um pouco ao citar autoras, mas aqui vai outro livro da Sarah J. Maas: A Lâmina da Assassina (ainda não resenhado, mas recomendado), que reúne cinco novelas sobre Celaena Sardothien cujos acontecimentos têm lugar antes de Trono de Vidro (e da ida de Celaena para Endovier). Nestas cinco novelas conhecemos diversos personagens interessantes, como Arobyn e Sam, mas o que importa para esse post é que, como uma assassina, Celaena não tem medo nenhum de armas e lutas.

***


E quanto a vocês, o que recomendariam?

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