16 de setembro de 2014

[Resenha] Fragmentada

Título: Slated #2 – Fragmentada
Autor: Teri Terry
Ano de publicação: 2013
Editora: Farol Literário
Número de páginas: 422
Sinopse: Kyla não deveria se lembrar de nada quando foi reiniciada. Mas segredos do seu passado atormentam sua mente. Presa em uma luta contra a opressão dos lordeiros e ansiando por liberdade, Kyla vê seu passado e presente colidir de uma forma que ameaça sua vida. Enquanto sua busca desesperada por Ben continua, em quem ela poderá confiar em um mundo repleto de segredos e mentiras?
ATENÇÃO: Esta resenha pode conter SPOILERS de Reiniciados, primeiro volume da trilogia Slated.

Fragmentada começa exatamente no ponto em que Reiniciados termina: quando Kyla de algum modo se liberta de seu Nivo (aparelho que monitora os níveis de felicidade) e memórias de seu passado começam a vir à tona (embora devessem ter sido apagadas). Mas não todas as memórias vêm de uma vez: elas surgem em flashes, às vezes em sonhos, e são confusas. Kyla se lembra de ser Chuva, mas pouco sabe sobre Lucy, sua identidade original.

11 de setembro de 2014

5 livros para ler enquanto The Winds of Winter não é lançado

Muitos fãs da saga As Crônicas de Gelo e Fogo se indignam com a demora de George R. R. Martin para concluir o sexto volume, The Winds of Winter. Eu também estou ansiosa para ler a continuação e conhecer a resolução de diversos mistérios que nos são apresentados ao longo desses enormes livros, mas sou da opinião de que vale a pena esperar.


10 de setembro de 2014

[Escrita] Novas técnicas que pretendo adotar

Como já comentado em diversos posts anteriormente, nos últimos dias de junho eu concluí meu primeiro livro. Não foi a primeira vez que eu o escrevi — na realidade, escrevo desde os treze anos, e desde essa época produzi seis livros (ou, mais especificamente, seis rascunhos de livros). Diversas vezes já cheguei a pensar que esses seis rascunhos estavam prontos, mas sempre sentia que algo estava faltando. Durante o último planejamento de As Joias do Caos, porém, encontrei aquilo que estava faltando, e após seis meses (um prazo apertado para um livro desse tamanho) finalmente tinha um livro pronto, e enfim estava plenamente satisfeita com o resultado.


9 de setembro de 2014

[Resenha] Anjos da Morte

Título: Filhos do Éden #2 – Anjos da Morte
Autor: Eduardo Spohr
Ano de publicação: 2013
Editora: Verus
Número de páginas: 586
Sinopse: Quando o século XX raiou, o tecido da realidade, a barreira mística que separa os mundos físico e espiritual, adensou-se. Os novos meios de transporte, as ferrovias e os barcos a vapor levaram o progresso aos cantos mais distantes do globo, pervertendo os nódulos mágicos, apagando o poder dos velhos santuários, afastando os mortais da natureza divina. Isolados no Sexto Céu, incapazes de enxergar a terra justamente pelo agravamento do tecido, a casta dos malakins, cuja função é estudar e catalogar os movimentos do cosmo, solicitou ao arcanjo Miguel a criação de uma brigada que descesse à Haled para pesquisar os avanços da civilização. O príncipe ofereceu o serviço dos exilados, que há milênios atuavam na sociedade terrestre, alheios às batalhas que se desenrolavam no paraíso. Destacados, então, para servir sob as ordens dos malakins, esses exilados foram reorganizados sob a forma de um esquadrão de combate. Sua tarefa, a partir de agora, seria participar das guerras humanas, disfarçados de meros recrutas, para anotar as façanhas militares, as decisões de campanha, e depois relatá-las aos seus superiores celestes. Esse esquadrão tomou parte em todos os conflitos do século XX, das sangrentas praias da Normandia ao colapso da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, era exatamente isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo. Em paralelo às aventuras de Denyel, que se desenrolam cronologicamente de 1944 a 1989, acompanhamos também, no tempo presente, a jornada de Kaira e Urakin em busca do amigo perdido, que caíra nas águas douradas do rio Oceanus, durante a destruição da ilha-fortaleza de Athea em Herdeiros de Atlântida.

ATENÇÃO: Esta resenha pode conter SPOILERS de Herdeiros de Atlântida, volume anterior da trilogia Filhos do Éden.

2 de setembro de 2014

[Resenha] Herdeiros de Atlântida

Título: Filhos do Éden #1 – Herdeiros de Atlântida
Autor: Eduardo Spohr
Ano de publicação: 2013
Editora: Verus
Número de páginas: 476
Sinopse: Há uma guerra no céu. O confronto civil entre o arcanjo Miguel e as tropas revolucionárias de seu irmão, Gabriel, devasta as sete camadas do paraíso. Com as legiões divididas, as fortalezas sitiadas, os generais estabeleceram um armistício na terra, uma trégua frágil e delicada, que pode desmoronar a qualquer instante. Enquanto os querubins se enfrentam num embate de sangue e espadas, dois anjos são enviados ao mundo físico com a tarefa de resgatar Kaira, uma capitã dos exércitos rebeldes, desaparecida enquanto investigava uma suposta violação do tratado. A missão revelará as tramas de uma conspiração milenar, um plano que, se concluído, reverterá o equilíbrio de forças no céu e ameaçará toda vida humana na terra. Ao lado de Denyel, um ex-espião em busca de anistia, os celestiais partirão em uma jornada através de cidades, selvas e mares, enfrentarão demônios e deuses, numa trilha que os levará às ruínas da maior nação terrena anterior ao dilúvio – o reino perdido de Atlântida.

Levih e Urakin são dois anjos designados para procurar na Terra (chamada pelos anjos de Haled) Kaira, uma das líderes da resistência rebelde ao Arcanjo Miguel, que tem como desejo destruir os humanos. Kaira desapareceu em sua última missão, e descobre-se que, por algum motivo, está vivendo como uma humana, sem se lembrar de quem é e o que deve fazer. Desse modo, quando finalmente é encontrada pelos dois Kaira deve se lembrar de quem é e qual a sua missão, para então completá-la.