29 de agosto de 2013

Resenha | A Maldição do Tigre

Título: A Maldição do Tigre (Volume 1)
Autora: Colleen Houck
Ano de publicação: 2011
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 344
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Sinopse (Skoob): Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.

A Maldição do Tigre é narrado em primeira pessoa por Kelsey Hayes. Seus pais morreram recentemente, por isso ela mora com sua família adotiva e esta à procura de um emprego para pagar por seus estudos. Consegue um trabalho temporário em um circo, onde, em meio às suas tarefas, conhece um tigre branco chamado Dhiren. Apelidou-o de Ren e adquiriu o costume de dedicar certo tempo a lhe fazer companhia e ler poemas para ele.

22 de agosto de 2013

Top 10: Sagas Favoritas

Muitas vezes nos deparamos, especialmente em grupos onde os livros são foco, com perguntas como “qual o seu livro favorito” ou “cite cinco sagas de que gosta”. E, embora pareçam simples, muitos leitores têm dificuldade em determinar qual seu livro/saga favorito. Cada livro encanta de uma maneira, seja por sua história, sua narrativa ou o mundo a que nos leva (às vezes os três juntos), e no final não conseguimos nos decidir.

Comigo não é diferente, ainda assim, tentei colocar minhas sagas favoritas em ordem de preferência (a lista tem apenas sagas, livros avulsos não foram levados em consideração). A lista não é definitiva, e estará sujeita a alterações caso eu venha a ler um livro muito bom, o que pode acontecer daqui a muito tempo ou amanhã.

Resenha | Insurgente

Título: Insurgente (Divergente #2)
Autora: Veronica Roth
Ano de publicação: 2013
Editora: Rocco
Número de páginas: 512
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Sinopse (Skoob): Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.

ATENÇÃO: a resenha a seguir contém spoilers do volume anterior, Divergente.

Insurgente se inicia logo após o ponto onde se encerrou Divergente: Tris acabou de roubar o disco rígido com os dados da simulação que fez os membros da Audácia atacarem os membros da Abnegação, interrompendo-a. E, enquanto viaja de trem em direção à sede da Amizade, junto de Tobias, Marcus e Peter, lamenta a morte de ambos os pais e remói-se de culpa por ter atirado em Will, um de seus melhores amigos.

21 de agosto de 2013

Magia: aprendizado e estudo

Em outro post, falei um pouco sobre como costumo abordar a magia em meus livros e contos, e fiz um rápido resumo sobre como funcionam os feitiços e a própria magia em si.

Leia também:
Porém, para lançar feitiços, os personagens em questão precisam, primeiro, estudar muito (ao menos é assim em A Batalha das Fraternidades), e esses estudos são divididos em etapas. São cinco etapas, denominadas níveis, em que o quinto é o mais básico e o primeiro é o mais complexo. Cada nível abrange determinadas capacidades e habilidades que, caso adquiridas, tornarão o bruxo apto a passar para o nível seguinte.

A divisão em níveis de aprendizado não é arbitrária. Conforme o bruxo treina sua mente para adquirir as habilidades em questão, ele a transforma, moldando a parte de sua mente reservada à manipulação da magia. Esta moldagem torna a mente do bruxo capaz de aprender novas habilidades, por tê-la transformado. Sempre que a mente de um bruxo sofre uma grande alteração, ele é capaz de senti-la (às vezes, outros bruxos que estão ao redor, como por exemplo seu mentor, também podem), e alguns magos chamam isto de passagem de nível.

Como quase todos os bruxos desenvolvem suas mentes de maneiras semelhantes, é possível prever que habilidades devem ser ensinadas a um bruxo para que este transforme sua mente, por isso os magos responsáveis por ensinar a magia e os feitiços nomearam cada uma dessas transformações, chamando-as de níveis.

Completados os cinco níveis (sendo que, após alcançar o nível mais complexo, restam ainda algumas habilidades a serem aprendidas, embora tão complexas e tão obscuras que poucos se dão ao trabalho de aprendê-la), diz-se que o bruxo está, então, completo, ao menos no que diz respeito à Magia Branca.

Para se aprender Magia Negra, é necessário passar por cinco outros níveis. A Magia Negra não é mais complexa que a Magia Branca (ambas exigem exatamente o mesmo empenho), contudo, por ser mais intrusiva e modelar coisas que muitas vezes não deveriam ser alteradas (como por exemplo a morte), exige que a mente já treinada seja remodelada. É como se o bruxo tivesse de reaprender.

Existe também a Magia Negra avançada — e esta sim é mais complexa —, contudo, aprendê-la é bastante perigoso, requer muita atenção, cuidado e dedicação, e são muito poucos aqueles que se atrevem a reproduzir o que lhes é ensinado. Muitos bruxos temem realizar determinados feitiços e optam por não estudar esse tipo de magia.

20 de agosto de 2013

Tag: "Marido Literário"

Há poucos dias, fui indicada pelo blog Psicose da Leitura para responder à tag "Meu Marido Literário". Achei a proposta bastante interessante, e aliás agradeço por ter sido indicada!

Regras:
  • Responder às perguntas;
  • Indicar 5 ou mais blogs;
  • Citar quem lhe indicou a tag.

Perguntas:

1. Que características fazem um personagem estar em sua lista de “Maridos”? 

Gosto de personagens inteligentes e irônicos, que fazem tudo o que é necessário para acertar as coisas, mas que, entretanto, não são totalmente "certinhos". Também gosto daqueles que são misteriosos e interessantes, ou dos que vivem se metendo em encrenca e no final conseguem aquilo que querem em vez de serem punidos.

2. Quem é seu atual marido literário?

Li "O Nome do Vento" (e, em sequência, "O Temor do Sábio"), recentemente, e não pude deixar de me apaixonar pelo Kvothe. Ele tem quase todos os atributos citados anteriormente: inteligente, sarcástico, misterioso, mas também bastante complexo, e sabe lidar muito bem com todas as adversidades por que passa ao longo dos livros. Ele sabe que está acima da média, porém, usa isso ao seu favor, em vez de fingir modéstia, o que considero bastante interessante e contou muitos pontos. Certamente ele se mete em muitas encrencas, mas sabe sair delas, muitas vezes conseguindo contornar as punições mais severas. Kvothe também está no primeiro lugar da minha lista de personagens favoritos (que, como provavelmente acontece com todos, vive mudando), e me deixou ansiosíssima para a conclusão da trilogia, pela qual, infelizmente, terei de esperar muito.

Blogs indicados:

19 de agosto de 2013

Conto | Um Pedido de Ajuda

Título: Um Pedido de Ajuda
Data de publicação: 19.08.2013
Gênero: Terror
Tipo de história: Conto
Sinopse: Sophia mais uma vez ficou até tarde no trabalho. Agora, deve enfrentar o estacionamento mal iluminado sozinha, receosa de ser assaltada. Porém, nesta noite, o que acontece é algo muito diferente de um assalto.




Leia o conto



Disponível também no Widbook.

18 de agosto de 2013

[Curiosidade] A lenda da Loira do Banheiro

O conto A Loira do Banheiro (clique aqui para ler todas as suas partes) foi inspirado em uma lenda urbana, a lenda da loira do banheiro, obviamente. Não lembro como surgiu a ideia para esta história, contudo, pesquisei a lenda e encontrei várias versões (dentre as quais escolhi aquela que julguei mais interessante para minha história).


16 de agosto de 2013

Meus Mundos: mais sobre Myhorr

Myhorr é um dos mundos mais explorados em A Batalha das Fraternidades, e neste mundo também se passa o conto A Perdição de Kenza e alguns capítulos do mini-livro A Pedra Dourada (primeiro volume da série Viviana). Além de possuir sua mitologia, também explorei sua história (especialmente em A Batalha das Fraternidades) e criei diversos países e mapas, pelos quais os personagens passam ao longo da história.

Leia também:

15 de agosto de 2013

Resenha | Divergente

Título: Divergente (Divergente #1)
Autora: Veronica Roth
Ano de publicação: 2012
Editora: Rocco
Número de páginas: 502
Compre: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse (Skoob): Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

A história de Divergente é contada em primeira pessoa pela protagonista, Beatrice Prior. Ela tem 16 anos e vive na Abnegação, uma das cinco facções de que a sociedade supostamente perfeita é constituída. Na Abnegação estão aqueles que condenam o egoísmo e cultuam o total altruísmo — tentam manter uma aparência sem graça, não usam espelhos, sempre se oferecem a ajudar os demais, tudo para esquecerem de si mesmos e sempre pensarem no bem da sociedade. As demais facções são a Erudição, que preza a inteligência e a aquisição de conhecimento, a Amizade, onde todos são amigáveis uns com os outros, a Franqueza, onde a verdade vem acima de tudo e mentir é um erro imperdoável, e a Audácia, onde prezam a coragem. Há ainda os sem facção, aqueles que falharam no teste de iniciação da facção escolhida ou a abandonaram. São mal vistos pelos demais e até mesmo ignorados, e vivem em condições precárias, muitas vezes até mesmo passando fome.

14 de agosto de 2013

Mitologia: outras religiões que criei

Há pouco tempo, falei a respeito da mitologia dos Seguidores da Natureza, abordada em um conto, A Perdição de Kenza. Em Myhorr, mundo criado por mim, esta mitologia é tida por muitos como uma religião, assim como diversas outras mitologias, que descreverei abaixo, sucintamente.


11 de agosto de 2013

Curiosidade: Jogos Vorazes e a Mitologia Grega

A trilogia Jogos Vorazes é ambientada no futuro, num país chamado Panem (que foi, no passado, os Estados Unidos). Panem é dividido em doze distritos e Capital, a sede do governo, de forma que cada distrito contribui com um tipo de item para manter todo o luxo e a fartura para os habitantes da Capital (o Distrito 12, por exemplo, contribui com carvão, o Distrito 11, com agricultura). É nesse contexto que vive Katniss Everdeen, a protagonista.


 Leia as resenhas dos três livros:

8 de agosto de 2013

Resenha | A Esperança

Título: A Esperança (Jogos Vorazes #3)
Autora: Suzanne Collins
Ano de publicação: 2011
Editora: Rocco
Número de páginas: 421
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Sinopse (Skoob): A jovem Katniss Everdeen sobreviveu aos mortais Hunger Games não apenas uma, mas duas vezes, e mesmo assim ela não tem descanso. Na verdade, os perigos parecem estar se agravando: o Presidente Snow declarou guerra contra Katniss, sua família, seus amigos, e todas as pessoas oprimidas do Distrito 12.

ATENÇÃO: A resenha a seguir contém spoilers dos primeiro dois volumes da trilogia Jogos Vorazes.

Em minha opinião, A Esperança foi o mais fraco da trilogia Jogos Vorazes.

O livro começa com a visita de Katniss ao então destruído Distrito 12. Ela agora está vivendo no Distrito 13, que permaneceu na obscuridade desde a sua suposta destruição, décadas atrás. Tem de lidar com todas as tragédias, como a destruição do que até então fora seu lar e o sequestro de Peeta pela Capital, adaptar-se ao rígido regime do Distrito 13, imposto pela presidente Alma Coin — personagem sobre a qual, em minha opinião, falta um pouco de esclarecimento —, e tomar uma decisão: se aceitará ou não o papel do tordo, tornando-se o símbolo da rebelião que há muito vem sendo planejada pelo Distrito 13.

7 de agosto de 2013

Magia: como a abordo em minhas histórias

Para minhas histórias, criei minha própria organização para a magia (que é abordada em contos como A Perdição de Kenza e será abordada em outros contos que publicarei aqui): os feitiços têm sua própria maneira de serem executados, os bruxos têm sua própria maneira de agir. E a magia apresenta seus próprios perigos, caso não seja manipulada da devida maneira.


6 de agosto de 2013

[Escrita] Divisão dos capítulos

Cada história tem suas necessidades, e cada autor tem sua preferência. Por isso, existem diferentes maneiras distintas de dividir sua história em capítulos. Alguns preferem dividir por assunto, outros, por ponto de vista, alternando entre os diferentes personagens.


5 de agosto de 2013

Conto | A Loira do Banheiro

Título: A Loira do Banheiro
Data de publicação: 05.08.2013
Gênero: Lendas Urbanas
Tipo de história: Conto
Sinopse: Alice fica intrigada quando alguns de seus colegas de escola decidem tentar invocar a loira do banheiro. Por que teriam se interessado por isso nestes últimos tempos? Sua amiga Laila a adverte a não tocar no assunto, por acreditar na existência da tal loira, contudo, cética como sempre e curiosa demais para deixar um mistério passar, Alice insiste para que seus amigos (incluindo Laila) a ajudem a pesquisar sobre o assunto, a fim de tentar descobrir por que motivos muitos têm se interessado em invocá-la. Contudo, Alice descobre que sua amiga estava certa, e agora deseja saber por que existe uma loira assombrando os banheiros do colégio.


Leia o conto

O conto foi removido temporariamente pois passará por revisão e reescrita. Em breve vocês terão notícias!

Extras


Personagens

Alice


Alice é uma garota de quinze anos, com olhos verdes e cabelos escuros cortados curtos. Não gosta de atenção. Entretanto, é bastante curiosa, e faz de tudo para saciar sua curiosidade; não é o tipo de pessoa que deixa um mistério sem solução. Mas não gosta de demonstrar fraqueza, por isso se tornou boa em esconder seus sentimentos — pois acredita que sensações como tristeza e amor são fraquezas.

Laila


Laila é loira e tem cabelos longos encaracolados. É uma menina tímida e, por ser medrosa, impõe certo controle sobre as aventuras de Alice e seus amigos. É mais calma e não tão impetuosa quanto Alice, além de, ao contrário da amiga, não acreditar que certos sentimentos sejam sinais de fraqueza.

Caroline


Assim como sua filha, Caroline também tem olhos verdes e cabelos castanhos, que mantém longos. A personalidade de Caroline não é muito bem explorada no conto A Loira do Banheiro, contudo, ela é uma pessoa misteriosa, porém carismática, que faz tudo o que é necessário para que no final tudo fique bem (ainda que precise se sacrificar muito para isso).

A Loira do Banheiro


Figura misteriosa que assombra os banheiros do colégio onde Alice estuda. Especula-se que foi assassinada ou se suicidou em um dos banheiros, e desde então o vem assombrando. Circulam pelo colégio diversas versões de sua história.

Outros personagens


No conto temos ainda outros personagens, como os amigos de Alice e Laila (Alberto, Guilherme e Renato), Daniela, desafeto de Alice, Camila e Natália, duas garotas que supostamente foram bem sucedidas na invocação da loira do banheiro, como também o severo diretor do colégio e alguns dos professores.

4 de agosto de 2013

Curiosidades: Kenza

No conto A Perdição de Kenza, o passado da personagem é citado rapidamente (uma vez que ele não é o foco da história).

Após anos de estudo, horas e horas de dedicação, milhares de sacrifícios, todas as coisas horríveis que tivera de fazer… E no fim tudo valera a pena, pois seu projeto fora concluído com êxito.

Contudo, enquanto desenvolvia esse conto, imaginei a história de vida da personagem, muito embora não fosse incluí-lo no conto (ao menos, não nesse, por enquanto).



Obviamente, Kenza dedicou grande parte de sua vida à criação de Garn, o objeto mágico mais poderoso do mundo (leia aqui um pouco a respeito da mitologia envolvida). E isto lhe custou muito, e ela até mesmo precisou fazer coisas horríveis (como, por exemplo, assassinatos) para alcançar sua meta.

Por que destruir um projeto que precisara de anos de dedicação para ser concluído, um projeto que se tornara o objetivo da vida de Kenza, o projeto que dava sentido à sua vida?

Kenza se corrompeu na busca pelo Objeto Mágico Mais Poderoso. O que para muitos bruxos seria uma maneira de desenvolver suas habilidades e ampliar seus conhecimentos acerca da magia, para Kenza (e para muitos outros também, é claro) isso se tornou uma meta a ser alcançada, onde seu objetivo final era o poder, a possibilidade de controlar a tudo e a todos.

A garota assassinou não somente sua família, como também muitos outros que se puseram em seu caminho, fosse para dissuadi-la de seus objetivos, fosse para eliminá-la. E, no fim, Lyann negou sua benção, impedindo que Kenza concluísse seu objeto mágico — e causasse ainda mais mortes e catástrofes maiores.

Muito disso eu idealizei enquanto escrevia esse conto, e por isso percebi que há muito há ser explorado, tanto a respeito da vida da personagem, Kenza, quanto no que concerne a Myhorr, o mundo criado por mim (leia a respeito aqui e aqui) e sua mitologia.

Ainda não é uma decisão definitiva, uma vez que tenho muitas ideias para colocar no papel, mas pode ser que muitos contos surjam a partir dessas ideias. Aguardem!

Selo: The Versatile Blogger Award

O selo The Versatile Blogger Award é uma maneira de homenagear aqueles blogs que consideramos interessantes e versáteis.


Agradeço ao blog Clã dos Livros por indicar meu blog (aliás, meu blog é novo e é a primeira vez que me indicam em um selo). Fico muito feliz!

Regras para participação:
  • Agradecer a pessoa que indicou seu blog e colocar seu link;
  • Escolher 15 blogs com menos de 200 seguidores;
  • Avisar os blogs escolhidos;
  • Escrever 7 coisas de que gosta.

7 coisas de que eu gosto:
  1. Ler
  2. Escrever
  3. Comer
  4. Abraçar meus gatos
  5. Desenhar
  6. Nadar
  7. Dormir
Blogs escolhidos:

2 de agosto de 2013

Meus Mundos: Myhorr

O conto A Perdição de Kenza se passa em um mundo fictício, criado por mim, o mesmo mundo em que se passam as histórias A Batalha das Fraternidades e A Ordem dos Imortais Benignos (livro sobre o qual falarei mais tarde e cujo título ainda é provisório).

Este é o mapa de parte de Myhorr, que foi desenhado por mim.

1 de agosto de 2013

Leituras de Julho de 2013

Tenho, a seguir, a lista de livros que li em julho de 2013 (na ordem de leitura, e não na ordem de preferência), e uma breve impressão sobre eles. Futuramente, publicarei suas resenhas aqui no blog.

Como em julho estava de férias, imaginei que teria tido mais tempo para ler, contudo, enganei-me, então não acabou dando tempo de ler tudo o que queria ter lido (embora tenha muita coisa que eu desejo ler):

Resenha | Em Chamas

Título: Em Chamas (Jogos Vorazes #2)
Autora: Suzanne Collins
Ano de publicação: 2011
Editora: Rocco
Número de páginas: 413
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Sinopse (Skoob): Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.

ATENÇÃO: A resenha a seguir contém spoilers do primeiro volume da trilogia Jogos Vorazes.