23 de agosto de 2017

Aviso: sobre o SI&F no 2º semestre de 2017

Se você é um seguidor assíduo do SI&F, deve ter percebido que o blog ficou parado por algum tempo (e se você é assinante da newsletter, deve ter percebido que a edição de julho não veio). Tanto que nem comemorei o aniversário do SI&F esse ano (tinha se tornado hábito fazer um especial e dar um presente para os leitores).


Foram vários os motivos do abandono. Um deles é que, embora o sistema de organização que eu adotei tenha funcionado para o SI&F, não funcionou para todo o resto. Acontecia que eu ficava boa parte do dia trabalhando nos posts e, no final, não sobrava muito tempo para escrever, e nem muito pique. E, embora o SI&F seja parte da minha profissão, não adianta muito manter o blog atualizado e não escrever nada.

E tiveram alguns problemas pessoais que acabaram me deixando cansada e tomavam grande parte do meu dia. E, conforme eu disse acima, não dá para dar conta de tudo. Nesse semestre, acabei largando a faculdade (que está trancada agora, mas não sei se tenho intenção de voltar ao curso, já que não gostei dele) e, logo depois, o blog.

14 de junho de 2017

O que eu aprendi com o Camp NaNoWriMo em abril de 2017 - Parte 2

Continuando a lista da semana passada, aqui vão mais algumas coisinhas que aprendi sobre o meu processo de escrita durante o mês de abril.


Leia também:

1. Finalmente entendi porque o NaNoWriMo funciona tão bem para o meu processo de escrita

Apesar de ter vencido o NaNo apenas uma vez, sempre achei que o mês de escrita insana funciona muito bem para mim. Eu achava que era porque eu tenho uma produtividade diária mais ou menos semelhante à meta de 1667 palavras por dia, e gostava do exercício de criar o hábito da escrita e vencer a procrastinação que é parte da proposta do NaNo.

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Isso tudo é verdadeiro para mim. Mas o NaNoWriMo também propõe escrever primeiro e editar depois, e eu percebi que é justamente por causa dessa parte (mais que por causa das demais) que o NaNo se encaixa tão bem no meu processo de escrita.

E isso é porque eu não consigo escrever frases boas de primeira. Claro que há exceções, mas muitas vezes me pego escrevendo uma frase de qualquer jeito, só para colocar a ideia no papel e poder seguir com a história, e depois, no dia seguinte (às vezes sem que eu esteja de fato escrevendo) me vem a versão melhorada dessa frase. Às vezes, ela surge na revisão, ou em qualquer outro momento aleatório.

12 de junho de 2017

Resenha | Dois lados, duas vidas

Título: Dois lados, duas vidas
Autora: Karen Alvares
Ano de publicação: 2015
Editora: Independente
Número de páginas: 52
Compre: Amazon
Sinopse: “Eu sabia que você iria voltar.”
Você é capaz de perdoar? E de perdoar a si mesmo?
Vivian e Gabriel se encontram, desencontram e se perseguem por toda uma vida – ou vidas. Os dois provam intensamente o amor, a dor e o ódio. Em Alameda dos Pesadelos você conheceu a história de Vivian. Agora você pode conhecer a de Gabriel.
Nos dois contos de Dois Lados, Duas Vidas Vivian e Gabriel revelam outra parte de suas vidas.
Toda história tem dois lados. Está na hora de conhecê-los.
Dois lados, duas vidas reúne dois contos spin-off de Alameda dos Pesadelos. Sendo assim, é importante ter lido Alamenda dos Pesadelos antes de apreciar os contos, pois eles trazem spoilers dos livros.

Do outro lado narra um dia da vida de Vivian e seu namorado, Joshua, quando os dois decidem aproveitar a praia — isso sob o ponto de vista de Vivian, em primeira pessoa. Assim, o conto foca em alguns pormenores desse dia e nos pensamentos e sentimentos que Vivian tem a respeito, depois de passado o acidente.

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Como Vivian narra esses momentos em retrospectiva, como se os relembrasse depois de passado o acidente, isso adiciona um toque interessante ao conto. Vez ou outra temos ela conversando com Joshua em meio à narrativa, o que transmitiu seu pesar pela morte dele, além de ter adicionado tensão ao conto, envolvendo o leitor ainda que este já soubesse o que estava por vir.

9 de junho de 2017

Publique seu conteúdo no SI&F!

Como eu mencionei no post sobre as mudanças e novidades do SI&F, decidi abrir espaço para contribuições de terceiros — ou seja, guest posts. Assim, se você gosta de escrever textos, mas não quer manter um blog, site ou outro espaço só seu, ou mesmo se você tem um blog, mas gostaria de que seu texto alcançasse mais público, esse espaço é para você. Membros do BLU – Blogueiros Literários Unidos e parceiros do SI&F terão preferência na ordem de publicação.


Antes de enviar sua colaboração, leia este post até o fim.

Como vai funcionar

Deixarei reservada até uma sexta-feira por mês para publicar textos de terceiros. Se você enviar seu texto até o dia 20 de um determinado mês, ele será publicado no mês subsequente. Se você o submeter a partir do dia 21, ele ficará para o outro mês. (Ou seja, se você enviar até dia 20 de junho, ele será publicado em julho; se enviar a partir do dia 21, ficará para agosto.) Caso vários textos sejam enviados, eles serão publicados mensalmente, na ordem de recebimento.

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Que tipo de conteúdo será aceito?

O SI&F é um blog voltado para a escrita e para a literatura de ficção especulativa. Assim, serão aceitos textos informativos ou opinativos sobre esses temas, como também resenhas ou análises de livros, filmes, seriados e quadrinhos que se enquadrem nos gêneros citados acima. Também aceito textos com dicas para blogs e dicas de produtividade para blogueiros ou escritores.

Não aceito textos ficcionais. O blog não é uma plataforma adequada para a apreciação de uma história.

Algumas regras

Também tenho interesse em publicar textos que sejam interessantes e bem escritos. Não vou publicar qualquer coisa que seja enviada. Ou seja:
  • O texto deve ser de sua autoria. Nada de plágio.
  • Textos que contenham preconceitos ou ofensas de qualquer tipo não serão publicados.
  • O texto pode ter um tom informal, mas ser informal é diferente de escrever mal ou sem clareza. Assim, não deixe de reler o seu texto antes de enviar. Eu farei uma revisão ortográfica e gramatical antes de publicá-lo, mas dois pares de olhos revisam melhor que um.
  • Você pode e deve dar a sua opinião. Se o texto for interessante e bem escrito, não deixarei de publicá-lo só porque tenho outro ponto de vista.
  • Resenhas e análises podem conter críticas negativas, mas devem ser respeitosas com o autor da obra e o público desta.
  • No caso de um texto opinativo ou informativo, seja original. Você não precisa desenterrar uma teoria até então completamente desconhecida, mas se for escrever um artigo com dicas de escrita, por exemplo, tente colocar uma coisa ou outra que tenha vindo de sua experiência, além de falar sobre técnicas. Em resumo: tente sair do mais do mesmo.
  • Se o seu texto for resultado de uma pesquisa, não deixe de citar as fontes. Lembrando que plágio não é pesquisa.
  • O texto não precisa ser inédito, mas verifique se você pode republicá-lo antes de enviar para o SI&F.
  • Quando o seu texto for publicado, enviarei o link por e-mail. Ao enviá-lo para mim, você se compromete a divulgá-lo pelo menos uma vez, em ao menos uma rede social. Seguir as redes sociais do SI&F, o meu Medium ou assinar a newsletter seria ótimo também, mas não é obrigatório.
  • Eu divulgarei o seu texto também, de acordo com o plano de divulgação do SI&F (a título de curiosidade, o que eu uso é esse aqui).
  • Esta parceria é pontual. Ao enviar um texto, você não se compromete a se tornar um colaborador periódico do SI&F. Dito isso, você pode enviar outros textos. Mas, para que todos tenham chances, deve esperar até 6 meses para enviar um novo.
  • Qualquer pessoa pode enviar colaborações. Não há nenhuma exigência quanto à sua assiduidade como leitor aqui no SI&F.

Como enviar?

O texto deve ser enviado por e-mail (contosdemisterioblog@gmail.com). Pode estar em anexo, em formato Word, ou você pode me enviar o link dele no Google Docs, se preferir. Não envie o texto em .pdf. Ao final do texto, deixe uma minibiografia sua acompanhada dos links para suas redes sociais, ou seu blog/site, ou um e-mail para contato.

Você pode enviar também uma imagem ou banner para ilustrar o texto. Ela deve ser de domínio público ou de sua autoria, e deve ter no mínimo 720 px de largura. Se você não quiser confeccionar uma imagem ou acha que não tem habilidade ou equipamento para isso, eu providenciarei uma. Mas criar ou encontrar uma imagem adequada leva um certo tempo, dessa forma, você se comprometeria a divulgar o texto nas suas redes sociais uma segunda vez, um mês após a primeira divulgação.

Por questões de organização, só aceitarei textos que sejam enviados pelo e-mail citado acima. Textos enviados por qualquer outro meio serão ignorados.


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7 de junho de 2017

O que eu aprendi com o Camp NaNoWriMo em abril de 2017 - Parte 1

Em abril eu participei do Camp NaNoWriMo, além de ter escrito quatro contos — um deles tão longo que eu poderia considerá-lo uma noveleta. E, embora não tenha sido bem sucecida nesta edição do NaNo, aprendi mais algumas coisas sobre o meu processo de escrita enquanto tentava entregar os contos no prazo e atingir minhas metas diárias com Momento angular.


Momento angular está parado no momento. Como comentei na minha série sobre o NaNoWriMo de 2016, eu tenho que escrever alguns capítulos para sentir a história. Chega uma hora em que, invariavelmente, eu começo a ter ideias melhores para o enredo e, no caso de alguns dos personagens, consigo enxergar melhor quem são. Aí tenho que parar um pouco e repensar todo o outline. É o que estou fazendo com Momento angular, mas ele está em um hiato mais longo do que eu havia planejado.

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Afinal, não me organizei tão bem quanto queria em abril, e, embora eu estivesse com quase tudo pronto para começar a escrita de Momento angular, acabei atrasando meu cronograma e algumas coisas ficaram para depois. Além disso, os quatro contos que mencionei eram para concursos literários — e acabei enrolando demais para começar um deles. Dessa forma, tive que parar completamente a escrita de Momento angular para me dedicar a ele.

6 de junho de 2017

Resenha | Giselle

Título: Giselle
Autora: Thais Rocha
Ano de publicação: 2016
Editora: Independente
Número de páginas: 157
Sinopse: Giselle, indo contra os desejos de sua mãe, sonha em ser primeira bailarina do aclamado corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Clara é filha de bailarinos, e tudo o que queria era ser uma adolescente normal, ao invés de desperdiçar toda sua vida em uma escola de dança. Quando as duas se conhecem, algo muda em ambas. Se tornam melhores amigas, e depois algo mais… até que um terrível acidente vira o mundo de Giselle e Clara cabeça para baixo.
Uma morte inesperada. Uma vida após a morte sombria. Clara conseguirá desfazer o mal entendido, ou será que já é tarde demais?
Releitura moderna do ballet Giselle.

O livro narra a história de duas garotas: Giselle, que sonha em ser bailarina apesar do que sua mãe pensa a respeito, e Clara, filha de dois bailarinos famosos que é obrigada a frequentar a escola de ballet, apesar de não gostar. É em uma segunda-feira, 4 de janeiro, primeiro dia do retorno às aulas, que as duas se conhecem e, apesar das opiniões bastante divergentes sobre o ballet, uma amizade começa a surgir.

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Apesar de o enredo a princípio não ter nenhum elemento fantástico, eu gostei de acompanhar a história de Clara e de Giselle, sua amizade e a forma como as duas lutam por aquilo que realmente querem fazer da vida. Há um pouco de romance, também, mas ele foge bastante dos clichês que costumam aparecer em outros livros do gênero.

2 de junho de 2017

Livros Nacionais & Independentes | Zylgor, de Lu Evans

Zylgor é uma série de livros de fantasia escritos por Lu Evans. Atualmente, conta com três volumes publicados: A Princesa das Águas, o Príncipe Flamejante e A Princesa dos Ventos.

Saiba mais sobre o primeiro volume:


Título: A Princesa das Águas (Zylgor #1)
Autora: Lu Evans
Ano de publicação: 2014
Editora: Independente
Número de páginas: 400
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Sinopse: Cã é um garoto órfão de 15 anos cuja vida vira de cabeça para baixo quando um espírito de chuva o conduz a um portal mágico pelo qual ele atravessa para um exótico mundo chamado Zylgor. Sua aventura em Zylgor começa quando ele se vê perdido em um bosque azul. Cã tem apenas duas opções: continuar perdido ou seguir três estranhas criaturinhas. Mas seja qual for a escolha, a sua frente se estenderão situações inusitadas e perigos letais, pois logo descobre que terá que participar de uma arriscada jornada se quiser retornar para seu próprio planeta. Ambientada em um mundo muito diferente do nosso, a história aborda o mito do herói, apresentando Cã, o protagonista, como uma projeção da condição humana no que diz respeito a sua complexidade psicológica, social e ética. Ao mesmo tempo, esse personagem transcende a condição do homem comum, pois representa virtudes que todos nós desejamos alcançar.